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Game of Thrones invade o SANA 2019

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Os fãs da recém-concluída série Games of Thrones tiveram um dia muito especial neste sábado (13), no Sana 2019. Quando o ator Kristian Nairn, que interpretou o carismático e misterioso personagem “Hodor”, na recém-concluída série Game of Thrones, subiu ao palco Art&Fest para um bate-papo, o público foi ao delírio. A emoção foi ainda maior porque quem conduziu a conversa com o ator foi a YouTuber Mikkan, conhecida pelos seus vídeos sobre a série mais badalada do momento. Na oportunidade, Kristian revelou que os testes para o personagem Hodor foram desafiadores, pois ele tinha que se comportar como uma criança de sete anos, no tamanho dele (o ator tem 2,13m e 170 kg), fazendo várias coisas. Afirmou que foi estranho, mas, ao mesmo tempo, muito legal de fazer.

E a participação do Kristian no evento não parou por aí. O ator também foi responsável por encerrar, em grande estilo, o segundo dia do festival. Nairn comandou, como DJ, pela primeira vez na América Latina, a Rave of Thrones, maior festa temática de Game of Thrones do mundo. O ambiente da festa foi com a temática de Westeros e o público vibrou e dançou muito embalado com as batidas.

E, claro, cada fã de Game of Thrones, grande maioria no público superior a 20 mil pessoas de sábado, teve a oportunidade de sair com a sua foto no famoso e disputado Trono de Ferro, um dos principais símbolos da série.

O palco Art & fest recebeu ainda, no sábado, os YouTubers e Cosplayers Jack e Moo, do canal Bunka Pop, especializado em cultura japonesa. Além de interagir com o público, contar um pouco sobre o início e desenvolvimento do canal, eles foram juízes do concurso Cosplay InSana. O resultado será divulgado amanhã, às 17 horas, no evento.

Por fim, fechando as atrações do palco Art & Fest do sábado, o diretor e dublador Garcia Júnior, conhecido pelas vozes de He-Man, Simba (Adulto), Fera (A Bela e a Fera), Arnold Schwarzenegger, dentre outros personagens, bateu papo com os presentes e falou das facilidades e dificuldades de sua carreira e da mudança de como eram as gravações para um dublador há alguns anos atrás e como está atualmente, com o avanço da tecnologia. Amanhã, o dublador sobe ao palco novamente com a sua colega, também dubladora, Sylvia Salusti, que dá a voz a personagens como Pérola (Steven Universo), Rapunzel (Enrolados), Jean Grey (X-Men série animada), entre outros.

No Sana Games, Muca Muriçoca mais uma vez agitou o público presente com dinâmicas diversas. O Palco contou ainda com palestras dos desenvolvedores de jogos: Gustavo Rocha (Project E.T.A), Matheus Bringel (School King), Renan Rodrigues (Fertiliel) e Israel Carvalho (Yablue & Nakared). Cada um falou um pouco do seu jogo: ideia, história e mecânica. Por fim, o Games recebeu o campeonato Rei do Bronze, do qual o time Guerreiros da Panelada ganhou do adversário Titanzinhos do Bronze.

E amanhã, o último dia do Sana ainda reserva muitas atrações esperadas pelo público. O palco Shows receberá três grandes apresentações: a banda japonesa Back-On, atração que fechará o Sana 2019 e que promete repetir o feito de 2014, quando levou o público presente ao delírio ao tocar sucessos de séries como Fairy Tail e Gundam, em uma das apresentações mais emblemáticas da história do evento. Mais cedo, a cantora japonesa MIC, em turnê pelo Brasil, sobe ao palco com a participação especial do Rapper brasileiro BRAGA, e em seguida, a dupla 7 Minutoz, com mais de 6 milhões de inscritos no YouTube, cantará seus raps mais famosos no palco do evento.

No palco Art & Fest, o apresentador, cantor e dançarino Yudi Tamashiro participará de um bate-papo com os fãs e também apresentará uma gincana especial no evento. Na gincana, será sorteado um Playstation 4 e haverá ainda uma surpresa para o público presente. O mesmo espaço receberá o Desfile Cosplay, que promete gerar uma disputa bastante acirrada.

Salas temáticas de Harry Potter, Tokusatsu (exibindo séries japonesas) e “No meu tempo” (uma sala de nostalgia dos anos 90), arena de simulação de batalha medieval, exposição de carros antigos, jogos eletrônicos e de tabuleiro, just dance e muitas outras opções de entretenimento estão disponíveis nessa edição.

Evento de adoção de cães e gatos e ingresso social

Durante os três dias do Sana 2019, a Fundação Cultural Nipônica Brasileira (FCNB), realizadora do Sana, promove um evento de adoção de cães e gatos vacinados, vermifugados e microchipados, no estacionamento do Centro de Eventos. A ação ocorre em parceria com a Bichomania – Petshop e Clínica Veterinária. Os animais disponibilizados para adoção terão castração gratuita garantida e os seus tutores ganharão vouchers de banho e compras na Bichomania. Além disso, a Coepa (Coordenadoria Especial de Proteção e Bem-Estar Animal) está no evento realizando teste de calazar, vacinação e microchipagem em todos os animais. E os veterinários da Bichomania estarão no local durante toda a ação.

Como de costume, nessa edição do Sana também terá o ingresso social. A pessoa pode realizar a compra do ingresso normalmente e levar 1 kg de alimento ou 1 kg de ração (para cada dia), que serão doados para instituições como IPREDE e ONGs de cuidados aos animais. A pessoa também pode comprar o ingresso na bilheteria do evento e levar o quilo de alimento ou ração. Ao final do festival, a Fundação Cultural Nipônica Brasileira e a Bichomania doarão 1 tonelada de ração às ONGs participantes do evento de adoções, além das doações arrecadadas com os ingressos.

Ingressos

Lembrando que os ingressos para o terceiro dia, que começa suas atividades às 10 horas e segue até às 20 horas, ainda podem ser adquiridos na bilheteria do evento pelo preço de 3° lote:

Valores ingressos (3º Lote):

Ingresso individual de domingo (Meia Estudantil/Social): R$ 50,00

Ingresso individual de domingo (INTEIRA): R$ 100,00

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Ciência do Homem-Aranha: a teia poderia mesmo parar um Boeing 747?

Pandora Nana

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Com prédios sendo atravessados em segundos, inimigos detectados antes mesmo de atacarem e teias capazes de sustentar praticamente qualquer coisa, o Homem-Aranha nunca pareceu exatamente preocupado em respeitar as leis da física. Mas a ciência tem uma surpresa para quem considera os poderes de Peter Parker completamente impossíveis: algumas das habilidades do herói são inspiradas em fenômenos muito reais da natureza.

O assunto voltou aos holofotes com Spider-Man: Brand New Day, novo filme estrelado por Tom Holland. Lançado em 31 de julho de 2026, o longa alcançou US$ 1,67 bilhão em bilheteria mundial em apenas dez dias, tornando-se o filme de maior arrecadação de 2026 até o momento. Nos Estados Unidos e Canadá, a produção chegou a US$ 655,1 milhões no mesmo período e estabeleceu um novo ritmo recorde de arrecadação doméstica. (AP News)

Mas, enquanto Peter Parker domina novamente as bilheterias, existe uma pergunta bastante mais divertida para quem gosta tanto de ciência quanto de cultura geek: quanto dos poderes do Homem-Aranha seria realmente possível?

A resposta passa por seda de aranha, biomecânica, sensores naturais extremamente sensíveis e até por um Boeing 747.

A teia do Homem-Aranha conseguiria parar um Boeing 747?

Primeiro, uma correção importante: Peter Parker não para um Boeing 747 em Spider-Man: Brand New Day. A aeronave aparece como uma comparação científica usada para demonstrar até onde poderiam chegar as propriedades mecânicas da seda produzida pelas aranhas.

A relação ficou conhecida em textos de divulgação científica do físico Lucas Miranda sobre o personagem. Ao discutir a famosa sequência de Homem-Aranha 2, na qual Peter usa suas teias para desacelerar um trem, Miranda apresenta uma estimativa surpreendente: uma estrutura de seda de aranha com aproximadamente 21,4 centímetros de espessura e 1 quilômetro de comprimento poderia, teoricamente, frear um Boeing 747 de cerca de 180 toneladas viajando a 1.080 km/h. (Ciência Hoje)

Antes de alguém começar a procurar uma aranha suficientemente grande para realizar o experimento, existe um detalhe importante. Essa comparação trabalha com condições hipotéticas e uma quantidade gigantesca de material. Ela não significa que um único fio de teia encontrado no canto da sua casa seja capaz de capturar um avião.

O interessante está nas propriedades do material.

Pesquisas sobre seda de aranha mostram uma combinação incomum de resistência e extensibilidade. Estudos experimentais apontam que sua resistência pode alcançar valores comparáveis aos de aços de alta resistência, enquanto sua capacidade de se deformar antes da ruptura ajuda a transformar a seda em um material extremamente tenaz, isto é, capaz de absorver grande quantidade de energia antes de quebrar. (Nature)

É justamente essa combinação que torna uma teia tão eficiente para aquilo que precisa fazer na natureza: receber o impacto de algo em movimento sem simplesmente se romper.

Então Peter Parker conseguiria parar o trem de Homem-Aranha 2?

É aqui que uma das cenas mais lembradas da trilogia dirigida por Sam Raimi se torna ainda mais interessante.

Em Homem-Aranha 2, Peter Parker precisa impedir que um trem desgovernado continue avançando. Depois de várias tentativas, dispara dezenas de teias contra os prédios ao redor e utiliza os fios como enormes cabos elásticos para desacelerar o veículo.

Do ponto de vista cinematográfico, a sequência é completamente exagerada. Do ponto de vista dos materiais, porém, a ideia de utilizar algo inspirado em seda de aranha para absorver progressivamente uma enorme quantidade de energia não é absurda.

A própria seda natural chama a atenção dos pesquisadores exatamente por unir força e elasticidade. Cientistas continuam tentando reproduzir algumas dessas características artificialmente, inclusive por causa de possíveis aplicações em fibras e materiais capazes de suportar impactos. Pesquisadores da Universidade de Cambridge, por exemplo, já desenvolveram fibras sintéticas inspiradas na seda de aranha com elevada capacidade de absorção de energia. (Universidade de Cambridge)

O verdadeiro problema de Peter provavelmente estaria em outro lugar: produzir material suficiente, ancorá-lo em estruturas capazes de suportar a força e sobreviver ao esforço transmitido ao próprio corpo.

Ou seja, a teia talvez seja uma das partes menos absurdas da cena.

A ciência da teia é mais impressionante do que parece

Nos quadrinhos e filmes, as teias do Homem-Aranha variam bastante dependendo da versão do personagem. Em algumas histórias, Peter desenvolve lançadores mecânicos e cria artificialmente o fluido usado pelas teias. Em outras adaptações, a produção é apresentada como uma habilidade biológica.

Aranhas reais seguem um processo bastante diferente.

Em vez de armazenarem dentro do organismo quilômetros de fios já prontos, elas produzem proteínas que dão origem à seda durante o processo de fiação. Diferentes tipos de seda podem cumprir funções distintas, incluindo sustentação, construção da teia e captura de presas. (Ciência Hoje)

E pesquisadores ainda estão descobrindo truques usados por esses animais.

Um estudo envolvendo cientistas da Universidade de Oxford e do College of William & Mary analisou, por exemplo, a seda produzida pela aranha-marrom. Os pesquisadores observaram uma estrutura em formato de fita e um sistema de microvoltas que aumentam a tenacidade do fio, característica que pode inspirar novos materiais artificiais capazes de absorver impactos. (Oxford University)

Talvez Peter Parker tenha escolhido engenharia de materiais sem perceber.

Homem-Aranha conseguiria realmente escalar paredes?

Aqui a ciência começa a ser menos generosa com o herói.

Aranhas possuem estruturas microscópicas que ajudam algumas espécies a aderir às superfícies. O problema aparece quando tentamos aumentar esse sistema da escala de uma pequena aranha para a de um ser humano.

Quanto maior o animal, maior precisa ser a área disponível para produzir adesão suficiente.

Em artigo publicado pela Ciência Hoje, Lucas Miranda cita pesquisas indicando que um ser humano com aproximadamente 80 kg e 1,80 metro precisaria utilizar cerca de 40% da área corporal para obter aderência suficiente com um mecanismo semelhante ao encontrado em pequenos animais escaladores. Outra possibilidade seria aumentar drasticamente a superfície dos pés, chegando a dimensões próximas de um metro. (Ciência Hoje)

Peter andando tranquilamente por uma parede usando apenas as pontas das mãos e dos pés, portanto, exigiria alguma habilidade que vai muito além de simplesmente copiar a anatomia das aranhas.

Nesse quesito, a Marvel ainda precisa recorrer à parte realmente super do superpoder.

E o sentido-aranha? Ele existe na natureza?

Talvez o poder que mais parece sobrenatural seja justamente aquele que possui uma das inspirações biológicas mais interessantes.

O famoso sentido-aranha permite que Peter perceba ameaças antes que elas atinjam o personagem. Dependendo da história, a habilidade chega perto de uma forma de precognição.

Aranhas reais obviamente não conseguem prever o futuro.

Elas conseguem, porém, detectar mudanças extremamente pequenas ao redor do corpo.

Diversas espécies possuem estruturas sensoriais capazes de perceber movimentos, vibrações e deslocamentos de ar. Entre elas estão as tricobótrias, pelos extremamente sensíveis encontrados principalmente nas patas dos animais. Esses sensores ajudam as aranhas a interpretar o ambiente mesmo quando a visão não é suficiente. (Ciência Hoje)

Na prática, um Homem-Aranha equipado com um sistema sensorial muito mais desenvolvido que o humano poderia perceber alterações provocadas pela aproximação de pessoas, objetos ou outros animais antes mesmo de enxergá-los.

Não seria exatamente aquele arrepio cinematográfico avisando que o Duende Verde está prestes a aparecer.

Mas seria uma espécie de “sentido extra” bastante impressionante.

O maior problema científico do Homem-Aranha talvez seja o próprio Peter Parker

Existe uma ironia divertida nisso tudo.

Individualmente, diferentes características do Homem-Aranha encontram paralelos interessantes na natureza. Animais aderem às paredes. Aranhas possuem sensores capazes de detectar vibrações minúsculas. A seda produzida por elas apresenta propriedades mecânicas extraordinárias.

O problema aparece quando tentamos colocar todas essas características simultaneamente em um corpo humano de aproximadamente 70 ou 80 quilos.

A física muda radicalmente conforme aumentamos a escala de um organismo.

Uma estrutura capaz de sustentar uma aranha de poucos gramas não necessariamente consegue simplesmente ser ampliada para sustentar uma pessoa. Músculos, ossos, articulações, circulação sanguínea e dissipação de energia também precisariam acompanhar as novas capacidades.

Peter Parker não precisaria apenas receber poderes de uma aranha.

Ele provavelmente precisaria se transformar em praticamente uma nova espécie biologicamente adaptada para sobreviver aos próprios poderes.

E é justamente nesse espaço entre o que existe, o que poderia existir e aquilo que Hollywood simplesmente decide ignorar que entra o trabalho de Lucas Miranda.

Livro transforma super-heróis, games e filmes em laboratório científico

As perguntas sobre o Homem-Aranha fazem parte de uma discussão muito maior apresentada em Uma viagem científica pela cultura pop, livro do físico e divulgador científico Lucas Miranda publicado pela Editora ICH.

A proposta é utilizar universos conhecidos da cultura pop como ponto de partida para explicar ciência.

A obra reúne conteúdos derivados da coluna de cultura pop publicada na revista Ciência Hoje e não fica restrita aos super-heróis. Jurassic Park é usado para discutir DNA e clonagem, enquanto The Last of Us aparece em uma discussão sobre narrativa e interpretação dos acontecimentos. O livro também aborda biomas, evolução, preconceitos e a relação entre ficção e sociedade. (Ciência Hoje)

Em vez de perguntar apenas se determinado poder está “certo ou errado”, a abordagem parte da ficção para chegar a fenômenos que realmente existem.

É uma mudança pequena, mas importante.

A pergunta deixa de ser simplesmente “isso poderia acontecer?” e passa a ser “o que precisaríamos mudar para que isso pudesse acontecer?”.

É aí que um Homem-Aranha pendurado entre prédios pode se transformar em uma aula sobre resistência dos materiais, biomecânica e evolução.

Cultura pop pode ser uma porta de entrada para a ciência

Esse tipo de abordagem também ajuda a derrubar uma ideia bastante comum: a de que ciência precisa começar obrigatoriamente com fórmulas, definições ou conceitos abstratos.

Para alguém interessado em games, quadrinhos ou cinema, a pergunta “seria possível sobreviver a isso?” pode ser muito mais eficiente para despertar curiosidade do que simplesmente apresentar uma lei física pronta.

E a cultura pop está cheia dessas oportunidades.

Seria possível recriar dinossauros como em Jurassic Park? O fungo de The Last of Us poderia sofrer uma mutação e infectar seres humanos? Um sabre de luz poderia existir? Quanto de energia seria necessário para determinados poderes de super-heróis funcionarem?

Nem sempre a resposta é “sim”.

Na verdade, frequentemente ela é um sonoro “não”.

Mas entender por que não costuma ser justamente a parte mais interessante.

Uma viagem científica pela cultura pop: preço e detalhes do livro

Uma viagem científica pela cultura pop, de Lucas Miranda, possui 238 páginas, formato de 23 x 17 centímetros e preço oficial de R$ 69 na loja da Ciência Hoje. (Ciência Hoje)

Miranda é físico, professor e atua com divulgação científica, utilizando entretenimento como ponto de partida para aproximar conceitos acadêmicos do cotidiano. A própria Ciência Hoje apresenta o livro como uma viagem que começa pela análise dos poderes de super-heróis e avança por genética, biomas, narrativas e questões sociais. (Ciência Hoje)

Talvez Peter Parker nunca consiga explicar como guarda material suficiente para atravessar Manhattan balançando de prédio em prédio.

Mas a ciência por trás das aranhas reais mostra que Stan Lee e Steve Ditko escolheram um animal particularmente interessante quando criaram o personagem.

Porque quanto mais observamos aquilo que as aranhas conseguem fazer de verdade, menos absurda parece a ideia de transformá-las em inspiração para um super-herói.

E, considerando que uma quantidade suficientemente grande de sua seda poderia teoricamente até ajudar a desacelerar um Boeing 747, a natureza talvez continue sendo capaz de escrever alguns dos melhores superpoderes da ficção. (Ciência Hoje)

Aqui eu trabalhei como palavra-chave principal “ciência do Homem-Aranha” e naturalmente puxei secundárias como “teia do Homem-Aranha”, “poderes do Homem-Aranha”, “sentido-aranha”, “Homem-Aranha na vida real” e “física dos super-heróis”. O resultado também aproveita o hype atual do filme sem transformar o artigo numa notícia de bilheteria ou numa propaganda do livro.

E não esqueça de me seguir no Instagram, @pandora.nana, para acompanhar ainda mais conteúdos sobre cultura pop!

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BGS

SEGA confirma presença na BGS 2026 com estande duas vezes maior

Pandora Nana

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SEGA confirma presença na BGS 2026, que acontece em outubro no Distrito Anhembi. Empresa terá estande duas vezes maior e promete novidades para os fãs.


Uma das empresas mais tradicionais da história dos videogames está confirmada na Brasil Game Show deste ano. A SEGA estará na BGS 2026, que acontece entre os dias 9 e 12 de outubro, no Distrito Anhembi, em São Paulo. E a participação da gigante japonesa promete ser ainda maior nesta edição.

Este será o quarto ano em que a SEGA participa da maior feira de games das Américas com um estande próprio. A principal novidade confirmada até agora é justamente o tamanho do espaço: o estande da empresa terá o dobro da área utilizada na edição passada.

Por enquanto, a companhia ainda mantém mistério sobre quais jogos, ativações e experiências estarão disponíveis durante o evento. Segundo o comunicado da organização, as atrações serão anunciadas mais próximo à realização da feira.

Ainda assim, a expansão chama atenção. Com franquias históricas e um catálogo que ganhou novo fôlego nos últimos anos, a SEGA se tornou novamente uma das empresas mais interessantes de acompanhar dentro da indústria. Para quem pretende visitar a BGS 2026, portanto, seu estande já entra para a lista de espaços para ficar de olho.

SEGA estará na BGS pelo quarto ano consecutivo

A relação entre SEGA e Brasil Game Show vem se fortalecendo. Em 2026, a empresa chega ao quarto ano consecutivo com espaço próprio dentro da feira, indicando uma continuidade importante da presença da marca diante do público brasileiro.

O aumento do estande torna essa participação ainda mais significativa. Ter duas vezes o tamanho do espaço de 2025 permite imaginar uma estrutura com capacidade para receber mais visitantes, estações de gameplay ou diferentes experiências simultaneamente, embora nenhuma dessas atrações tenha sido oficialmente detalhada até o momento.

Por isso, é importante separar confirmação de expectativa: a SEGA estará no evento e terá um espaço maior, mas os títulos presentes ainda não foram revelados. Qualquer lista de jogos neste momento seria especulação.

O mistério, porém, coloca a empresa entre as participantes que devem gerar expectativa até outubro. Afinal, o público brasileiro poderá acompanhar novos anúncios sobre o estande conforme a BGS se aproxima.

O que esperar da SEGA na BGS 2026?

Mesmo sem uma programação divulgada, existe um catálogo gigantesco que explica por que a presença da SEGA chama tanta atenção. A empresa é responsável por algumas das propriedades mais conhecidas da história dos videogames e mantém diferentes franquias relevantes para públicos bastante distintos.

Sonic the Hedgehog continua sendo sua marca mais reconhecida globalmente, mas a companhia atual está longe de depender apenas do ouriço azul. Séries como Like a Dragon, Persona e outras propriedades associadas às empresas do grupo ampliaram consideravelmente o alcance da SEGA entre jogadores de RPG, ação e aventura.

Nos últimos anos, a companhia também passou a revisitar diferentes partes de seu catálogo histórico. Isso criou uma situação especialmente interessante para fãs antigos: além das séries que recebem lançamentos regularmente, existe uma enorme quantidade de propriedades clássicas capazes de retornar em novos projetos.

Quais delas estarão representadas na BGS? Ainda não sabemos. O próprio release informa que as atrações serão reveladas posteriormente. Por isso, o tamanho maior do estande é, neste momento, a principal pista de que a participação de 2026 será mais robusta do que a anterior.

De Sonic a Persona, SEGA reúne algumas das maiores franquias dos games

Falar sobre a SEGA significa atravessar diferentes gerações dos videogames. Para jogadores mais antigos, a empresa está diretamente associada à histórica disputa entre Mega Drive e Super Nintendo e ao surgimento de Sonic como um dos personagens mais reconhecíveis da indústria.

Para uma geração mais recente, entretanto, a relação com a companhia pode ser completamente diferente. A expansão internacional de séries japonesas colocou franquias associadas à SEGA diante de públicos que talvez nunca tenham sequer utilizado um console produzido pela empresa.

Persona é um ótimo exemplo dessa transformação. A franquia da Atlus conquistou enorme popularidade fora do Japão e ajudou a aproximar uma nova geração de jogadores dos JRPGs. Da mesma forma, Like a Dragon expandiu sua audiência internacional enquanto alternava experiências de ação e RPG.

É justamente essa variedade que torna um grande espaço da SEGA interessante em uma feira como a BGS. A mesma marca consegue conversar com quem cresceu jogando Sonic e com públicos que chegaram recentemente por Persona, Like a Dragon e outras propriedades.

BGS 2026 volta ao Distrito Anhembi em outubro

A participação da SEGA acontecerá durante a Brasil Game Show 2026, marcada para os dias 9 a 12 de outubro, no Distrito Anhembi, localizado na Avenida Olavo Fontoura, 1209, em Santana, São Paulo. O evento funcionará das 13h às 21h.

O primeiro dia será voltado à imprensa e aos negócios, além dos visitantes que possuem categorias específicas de passaporte. Para o público geral, a programação segue durante os demais dias da feira.

Segundo a própria organização, a BGS já recebeu mais de 3,4 milhões de visitantes desde sua primeira edição, realizada em 2009. Além das grandes empresas da indústria, o evento reúne lançamentos, personalidades internacionais, estúdios independentes e profissionais do mercado de games.

A feira também funciona como um importante ponto de encontro entre a indústria internacional e o público brasileiro. A presença de empresas como a SEGA ajuda justamente a fortalecer essa característica, principalmente quando as marcas utilizam o evento para oferecer experiências presenciais com seus jogos.

Quanto custam os ingressos para a BGS 2026?

Os ingressos para a BGS 2026 já estão à venda. No segundo lote informado pela organização, a entrada individual de meia-entrada para 10 de outubro custa R$ 199, enquanto os ingressos para os dias 11 ou 12 de outubro custam R$ 159 cada.

Também existem diferentes modalidades de passaporte. O Passaporte para os dias 10, 11 e 12 custa R$ 398 na meia-entrada, enquanto o Passaporte Premium aparece por R$ 749. A modalidade premium inclui os quatro dias do evento, acesso antecipado e entrada exclusiva, além de benefícios adicionais.

Para profissionais da indústria, há ainda o Passaporte Business, também anunciado por R$ 749, com acesso à área de negócios e ao matchmaking MeetToMatch. Já as modalidades de camarote começam em R$ 579 para um único dia e chegam a R$ 2.316 no Passaporte Camarote para todo o evento.

Vale observar que esses são os preços do segundo lote apresentados no release e que a própria BGS informa um desconto de 43% em relação ao lote final. Portanto, os valores podem mudar conforme a aproximação do evento.

SEGA vira uma das empresas para acompanhar na BGS 2026

Ainda faltam alguns meses para a Brasil Game Show, e boa parte das atrações da SEGA permanece em segredo. Mesmo assim, a confirmação de um estande duas vezes maior já cria expectativa sobre o que a companhia está preparando para os jogadores brasileiros.

Também é um movimento interessante para quem acompanha a própria evolução da BGS. Ter empresas internacionais retornando por vários anos e aumentando suas estruturas ajuda a consolidar o evento como um dos principais encontros presenciais entre marcas e jogadores na América Latina.

Agora, a grande pergunta passa a ser outra: quais jogos da SEGA estarão disponíveis na BGS 2026?

Com Sonic, Persona, Like a Dragon e tantas outras franquias fazendo parte do universo da companhia, possibilidades não faltam. Mas teremos que esperar pelos próximos anúncios oficiais para descobrir quais delas realmente estarão no Distrito Anhembi.

A BGS 2026 acontece de 9 a 12 de outubro, das 13h às 21h, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

E já que estamos falando de games: qual franquia da SEGA você gostaria de encontrar por lá? Sonic, Persona, Like a Dragon ou alguma surpresa completamente diferente? Para continuar acompanhando novidades sobre games, eventos e cultura geek, me siga também no Instagram: @pandora.nana.

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Entertainment

Brasil é o 2º maior mercado de shows do mundo: entenda o que faz um evento lotar

Pandora Nana

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O poder do entretenimento ao vivo no Brasil

De festivais a grandes turnês, o Brasil ocupa hoje o segundo lugar entre os maiores mercados de shows ao vivo do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, segundo dados da PwC/Live Entertainment.

O setor de eventos movimenta mais de R$ 300 bilhões por ano e representa cerca de 4,3% do PIB nacional, de acordo com a ABEOC e o SEBRAE. São números que reforçam o peso e a relevância do entretenimento no país — mas também evidenciam um desafio constante: entender por que alguns eventos esgotam ingressos em horas, enquanto outros com propostas semelhantes não atingem o mesmo impacto.

A resposta está na combinação entre planejamento estratégico, posicionamento de marca e experiência.


Estratégia e experiência antes da bilheteria

Segundo Lucas Miranda, CEO da Byma — plataforma de venda de ingressos —, o sucesso de um evento começa muito antes da abertura dos portões.

“Um evento é a soma de planejamento, estrutura e estratégia. O público começa a viver a experiência muito antes da abertura dos portões”, explica.

De acordo com ele, a forma de divulgação, o posicionamento da marca, a transparência na comunicação e até a plataforma de vendas utilizada são fatores que impactam diretamente na decisão de compra.

Mais do que vender ingressos, é sobre criar uma jornada emocional — uma experiência que começa no primeiro anúncio e se estende até o encerramento. Quando há cuidado em cada etapa, o público não apenas comparece, mas volta.


O diferencial invisível: a jornada do público

Eventos que se destacam são aqueles que tratam o público como parte ativa da experiência. Desde o convite, a jornada precisa transmitir valor, conforto e pertencimento.

Quando há profissionalismo, clareza e consistência, o público percebe — mesmo que de forma inconsciente. Essa sensação de credibilidade e cuidado transforma um evento pontual em uma memória positiva e cria fidelização.

Em um mercado em que a atenção é um bem escasso, quem entrega valor antes, durante e depois conquista algo mais importante que o ingresso vendido: a confiança do público.


Estrutura, logística e confiança

Além do marketing e da proposta criativa, a organização interna é um dos pilares para o sucesso.

“Processos bem estruturados de credenciamento, logística de acesso eficiente, tecnologia adequada e suporte técnico preparado garantem confiança. Quando a produção transmite segurança, o público tende a se engajar e a voltar em futuras edições”, destaca André Rossi, da Ross Produções, uma das maiores produtoras do interior paulista.

A experiência também passa pela infraestrutura: acessos bem planejados, tecnologia de ponta e atendimento ágil tornam o evento mais fluido e confortável. São detalhes que podem parecer invisíveis, mas que determinam o retorno do público.


A venda também faz parte da experiência

O ponto de partida de um evento de sucesso não é o palco — é a experiência de compra.

“Evento que lota não é só evento bom. É evento bem pensado. Ele começa antes do clique, antes da arte, antes do ingresso. Começa no entendimento profundo de quem vai comprar, no alinhamento entre mensagem e valor, e na construção de uma experiência de venda tão forte quanto a do evento em si”, afirma Lucas Miranda.

A forma como o público compra ingressos influencia diretamente sua percepção de qualidade. Uma plataforma segura, sem taxas abusivas e com comunicação clara já é parte da experiência — e define o tom da relação entre público e marca.


Lições de um mercado bilionário

Em um cenário onde festivais, feiras, convenções e shows disputam a atenção das pessoas, o sucesso está na harmonia entre conteúdo, estrutura e execução.

O evento que lota é aquele que entende seu público, entrega valor e mantém consistência em cada detalhe. Planejamento estratégico, comunicação transparente e experiências memoráveis são o que transformam espectadores em comunidade.

No fim, o segredo está naquilo que o público não vê, mas sente.


O Brasil vive uma das fases mais vibrantes do entretenimento ao vivo. Com público engajado, produção cada vez mais profissional e tecnologia a favor da experiência, o país se consolida como um dos polos mais relevantes do setor global.

E no meio de tantas opções, uma lição permanece: o sucesso de um evento não nasce no palco, mas na estratégia.

Quer continuar acompanhando o que move o mercado de cultura, entretenimento e eventos? Me segue no Instagram @pandora.nana e fica por dentro das próximas pautas e bastidores do mundo pop.

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