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Ubisoft fecha parceria com a Lenovo para sequência do Brasileirão Rainbow Six 2019

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Ubisoft fecha parceria com a Lenovo para sequência do Brasileirão Rainbow Six 2019

Marca renomada de tecnologia já pôde ser vista no retorno da competição no último domingo (10)

 

O Brasileirão Rainbow Six 2019 retornou com um apoio de peso. A Lenovo, líder em tecnologia inovadora, é a mais nova patrocinadora do campeonato, que iniciou o segundo turno no último domingo (10) após uma pausa para a disputa do Six Invitational.

Agora, a fabricante estará presente nas partidas do BR6 que acontecem na Live Arena, em São Paulo. Os jogos da competição são transmitidos ao vivo pelo sportv.com e canais oficiais do Rainbow Six Esports Brasil na Twitch e no YouTube.

A marca estendeu a parceria firmada com a Ubisoft no último ano, investindo no cenário competitivo brasileiro de Rainbow Six que, além de ter uma ampla base de fãs e times de reconhecimento internacional, também já está consolidado e bem estruturado dentro do calendário nacional de esportes eletrônicos.

“O Rainbow Six Siege possui uma comunidade de mais de dois milhões de jogadores somente no Brasil. No Brasileirão, contamos com oito dos melhores times do mundo, o que atrai uma grande audiência dos fãs e torcedores. É com muita alegria que recebemos a Lenovo como uma nova parceira para trilhar esse caminho de sucesso conosco”, diz Marcio Canosa, diretor de eSports da Ubisoft para América Latina.

Ao lado da Ubisoft desde as finais da sétima temporada da Pro League de Rainbow Six, a Lenovo tem investido cada vez mais no cenário dos eSports como parte de sua estratégia para atingir a comunidade gamer com a linha Legion. O último lançamento recente da Lenovo – o Legion Y530, foi projetado com base em uma pesquisa de mercado que apontou as necessidades dos gamers e usuários que buscam configurações potentes para a diversão e também precisam de um equipamento com design sofisticado e de alto desempenho para uso diário. A marca já esteve presente em outras grandes competições da modalidade, como é o caso do Six Major e do Six Invitational, dois maiores torneios de R6.

“A parceria com a Ubisoft agrega valor à nossa estratégia para o setor de games. A comunidade gamer é um público assertivo para a Lenovo, que enxerga um caminho cada vez mais promissor para esse segmento. Estamos investindo em um portfólio específico para atendê-los com qualidade e excelência e promover uma experiência única”, declara Ana Claudia Braga, gerente sênior de marketing da Lenovo.

Na sua terceira edição, o Brasileirão Rainbow Six é um dos responsáveis por colocar o cenário brasileiro da modalidade em evidência. Organizado pela Ubisoft, o torneio reúne as oito melhores equipes do país.

Disputado em pontos corridos em turno e returno, são 14 rodadas distribuídas em 28 semanas de jogos, com intervalos para torneios internacionais e janelas de transferências. Em 2018, a competição trouxe novidades em seu formato e adotou temporadas mais longas, seguindo os moldes europeus de calendário competitivo.

“O novo modelo que adotamos para o campeonato nacional nos aproximou ainda mais dos torcedores. Os jogos presenciais e a longa duração do Brasileirão elevaram a qualidade da competição e atraíram novos fãs. Estamos na terceira edição e evoluindo cada vez mais. O torcedor brasileiro é apaixonado por Rainbow Six, prova disso é que no Six Invitational, 30% da audiência global veio do Brasil”, conclui o diretor da Ubisoft.

As finais do BR6 começam no dia 7 de julho e irão reunir os quatro melhores classificados da fase de pontos corridos. O primeiro colocado da fase de pontos corridos já garantirá sua vaga diretamente para a decisão, no dia 28 de julho, que será disputada em um grande evento aberto ao público.

Atualmente, o BR6 2019 está na 16ª semana. Team Liquid e FaZe Clan lideram a competição empatadas com 15 pontos. Neste domingo (17), às 18h, dois confrontos encerram a oitava rodada do torneio: INTZ x paiN Gaming e ReD DevilS x Black Dragons.

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eSports

Nobru participa do Favela Gaming e leva tecnologia, games e oportunidades para periferias

Pandora Nana

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O universo gamer brasileiro já deixou de ser apenas entretenimento há muito tempo. Hoje, ele movimenta carreiras, influencia a cultura pop, cria negócios milionários e abre portas para milhares de jovens que enxergam nos games uma oportunidade de transformar suas vidas. E poucos nomes representam isso tão bem quanto Nobru.

O influenciador e campeão mundial de Free Fire participa, neste mês, da nova temporada do Lab Móvel, iniciativa do Favela Gaming que leva tecnologia, aprendizado e oportunidades para comunidades brasileiras. Mais do que um evento gamer, o projeto se tornou um símbolo de como os esports e a inclusão digital podem impactar diretamente a realidade das periferias.

Com ações em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, o Lab Móvel reforça uma tendência cada vez mais evidente: o futuro da indústria gamer brasileira passa pelas comunidades.


Nobru e Favela Gaming: quando os games se tornam ferramenta de transformação

A participação de Nobru no projeto carrega um peso simbólico importante. O influenciador conhece de perto a realidade das periferias e frequentemente usa sua própria trajetória como exemplo de como os games podem abrir caminhos antes considerados impossíveis.

Durante sua participação no Lab Móvel, em Jardim Peri, na zona norte de São Paulo, Nobru destacou justamente a importância do acesso. Segundo ele, talento sempre existiu nas quebradas, mas faltavam oportunidades reais para transformar potencial em carreira. Essa conexão direta com o público é um dos motivos que fazem o criador de conteúdo ser tão relevante dentro e fora do cenário competitivo.

O Favela Gaming nasceu da parceria entre Final Level Co, YouTube Gaming e Gerando Falcões, com o objetivo de democratizar o acesso à indústria dos games e da tecnologia. Em três anos, o projeto já impactou mais de 60 mil jovens e suas famílias, oferecendo aulas, capacitação e experiências ligadas ao universo gamer.

E o mais interessante é que a iniciativa vai muito além do entretenimento. O projeto utiliza os games como porta de entrada para discutir educação digital, mercado de trabalho, empreendedorismo e novas profissões ligadas à economia criativa.


A periferia se tornou uma potência dentro do cenário gamer brasileiro

Durante muito tempo, o mercado de games no Brasil parecia distante da realidade das periferias. Consoles caros, computadores de alto desempenho e internet limitada criavam barreiras enormes para boa parte dos jovens brasileiros. Mas isso começou a mudar com o crescimento dos jogos mobile.

Fenômenos como Free Fire ajudaram a democratizar o acesso aos esports no país. Bastava um celular simples para entrar em partidas competitivas, consumir conteúdo gamer e fazer parte da comunidade online. O resultado foi uma explosão cultural que transformou o cenário brasileiro.

Foi justamente nesse contexto que Nobru surgiu como um dos maiores nomes dos esports nacionais. Sua trajetória saiu das comunidades e alcançou o topo do cenário competitivo mundial, transformando o influenciador em uma referência para milhões de jovens que se enxergam em sua história.

Hoje, o impacto das periferias dentro da cultura gamer brasileira é impossível de ignorar. Streamers, pro players, criadores de conteúdo e influenciadores vindos das comunidades dominam audiência, engajamento e tendências nas redes sociais. O universo geek brasileiro ficou mais diverso, mais acessível e muito mais conectado com a realidade da juventude periférica.


Lab Móvel mistura games, tecnologia e Inteligência Artificial

Um dos pontos mais interessantes do Lab Móvel é justamente a combinação entre entretenimento e formação profissional. O projeto leva para as comunidades uma estrutura completa com computadores gamers, PlayStation 5, área mobile, mini torneios de Free Fire e experiências voltadas ao universo digital.

Mas o foco não está apenas em jogar. A proposta também inclui oficinas de Inteligência Artificial, letramento digital e bate-papos com profissionais da indústria gamer e tecnológica. Essa mistura mostra como o setor de games deixou de ser apenas lazer e passou a funcionar como um verdadeiro ecossistema profissional.

Para muitos jovens participantes, o contato com IA, programação, produção audiovisual ou criação de conteúdo acontece pela primeira vez dentro desse tipo de iniciativa. Isso cria novas perspectivas de carreira e amplia horizontes profissionais para além do sonho de se tornar jogador competitivo.

Outro ponto importante é que projetos como esse ajudam a reduzir uma barreira histórica: o acesso à tecnologia. Em um cenário onde a transformação digital acontece cada vez mais rápido, oferecer esse contato prático com ferramentas modernas pode fazer diferença real no futuro desses jovens.


O mercado gamer virou uma porta de entrada para novas profissões

A indústria dos games já movimenta bilhões ao redor do mundo e segue crescendo ano após ano. No Brasil, o setor se tornou uma das áreas mais promissoras da economia digital, impulsionando carreiras que vão muito além dos campeonatos de esports.

Hoje, o ecossistema gamer envolve diversas profissões:

  • streamers
  • editores de vídeo
  • designers
  • programadores
  • narradores de campeonatos
  • social media
  • desenvolvedores
  • produtores de eventos
  • influenciadores digitais

Isso significa que jovens das periferias podem encontrar diferentes caminhos dentro desse mercado. E o mais importante: muitos deles já começam consumindo games diariamente, o que cria uma conexão natural com o setor.

O próprio Favela Gaming aposta nessa visão mais ampla da indústria. A iniciativa atua nos pilares educacional, competitivo e sociocultural, mostrando que os games podem funcionar tanto como entretenimento quanto como ferramenta de inclusão econômica.

Além disso, a ascensão de criadores de conteúdo vindos das comunidades reforça uma mudança importante na cultura digital brasileira. O público não quer apenas grandes celebridades inalcançáveis: ele busca pessoas reais, com histórias próximas da sua realidade.


Nobru ultrapassou os esports e virou referência cultural

Embora tenha ficado conhecido mundialmente por sua trajetória no Free Fire, Nobru já ultrapassou há muito tempo o papel de pro player. Hoje, ele é empresário, influenciador, criador de conteúdo e uma das figuras mais relevantes do entretenimento gamer nacional.

Além de ser cofundador da organização Fluxo, Nobru também atua em diferentes empreendimentos ligados ao universo digital e ao lifestyle. Sua presença nas redes sociais ultrapassa 36 milhões de seguidores, consolidando seu alcance muito além da comunidade gamer.

O reconhecimento também chegou ao mercado tradicional. A presença do influenciador na lista Forbes Under 30 mostra como os games passaram a ocupar um espaço relevante dentro da economia criativa brasileira.

Mas talvez o principal diferencial de Nobru seja justamente sua autenticidade. Ele continua conectado às suas origens e frequentemente utiliza sua influência para incentivar jovens periféricos a acreditarem no próprio potencial.

Essa identificação ajuda a explicar por que sua participação no Favela Gaming gera tanto impacto. Para muitos jovens, ele representa a prova concreta de que é possível transformar games em carreira, oportunidade e mudança de vida.


O futuro dos games no Brasil passa pelas periferias

Durante anos, o mercado gamer brasileiro focou principalmente no consumo. Agora, o cenário começa a mudar. As periferias estão deixando de ser apenas audiência e passando a ocupar espaço como protagonistas da indústria.

Projetos como o Favela Gaming ajudam a acelerar esse movimento ao conectar juventudes periféricas com tecnologia, capacitação e oportunidades concretas dentro da nova economia digital.

O crescimento do mobile gaming, dos criadores de conteúdo independentes e da cultura dos esports mostra que o acesso aos games nunca foi tão democrático. E isso cria espaço para revelar novos talentos em diferentes áreas do setor.

Mais do que formar jogadores profissionais, iniciativas como o Lab Móvel ajudam a construir autoestima, ampliar repertório digital e criar possibilidades de futuro para jovens que muitas vezes não tiveram acesso a esse universo.

No fim das contas, talvez esse seja o maior impacto dos games atualmente: não apenas divertir, mas também transformar vidas.

E aí, você acredita que os games podem mudar o futuro das periferias brasileiras? Me conta sua opinião e aproveita para acompanhar mais conteúdos sobre cultura gamer, esports e universo geek no meu Instagram: @pandora.nana

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Além da Capital: EP Games coloca o interior paulista na rota dos e-sports

Pandora Nana

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O eixo Rio-São Paulo sempre foi o coração pulsante dos eventos de games no Brasil, mas o cenário está mudando. Com o anúncio do EP Games, que acontece entre os dias 15 e 18 de janeiro no Iguatemi Campinas, o interior paulista prova que não quer mais ser apenas um espectador das grandes feiras. Realizado pelo Grupo EP (afiliada Globo), o evento nasce com a proposta de democratizar o acesso à cultura geek e consolidar Campinas como um polo estratégico de negócios e entretenimento gamer.

O peso do cenário competitivo: Do CS2 ao Free Fire

Muito além de uma feira de exposição, o EP Games chega com um calendário competitivo agressivo. O destaque fica para a final sul-americana do Rematch e a final do Circuit X de CS2 Feminino, reforçando o compromisso com a diversidade no cenário profissional.

A confirmação de gigantes como MIBR, W7M, Vivo Keyd Stars e Fluxo eleva o patamar do festival. Não é apenas um “encontro de fãs”, é um ambiente onde equipes de elite estarão presentes em painéis e ativações, como o MIBR Rap Club, unindo música e e-sports em uma linguagem que o público do interior raramente vê de perto sem precisar viajar até a capital.

Cultura Geek e Acessibilidade: O diferencial do festival

O evento não esquece as raízes da cultura pop. Com a presença de Guilherme Briggs, um dos maiores nomes da dublagem nacional, e um campeonato de cosplay aberto ao público, o EP Games tenta abraçar todas as facetas do público geek.

Mas o ponto que merece atenção analítica aqui é o investimento em inclusão social e acessibilidade. Destinar 10% da bilheteria para jovens de escolas públicas e garantir intérpretes de Libras em todas as atrações não é apenas um “plus”, é uma necessidade em um mercado que muitas vezes se torna elitizado. No seu texto, vale pontuar como eventos regionais podem ser mais eficientes em promover essa inclusão do que as megafeiras saturadas.

Negócios e imersão: O game além da tela

A parceria com a Garena e a presença da Mont (maior loja de card games da América Latina) mostram que o festival tem lastro comercial. A pauta também deve explorar a palestra sobre o poder imersivo dos Escape Rooms e as dinâmicas de ARG (Alternate Reality Game), discutindo como a linguagem dos videogames está transbordando para o “mundo real” e transformando shopping centers em centros de experiência viva.

Um novo marco para o setor

O EP Games não é apenas mais um evento no calendário; é um teste de força para o mercado de games fora das capitais. Se o Grupo EP conseguir entregar a imersão prometida, Campinas pode se tornar a nova casa de grandes anúncios e finais de campeonatos. No fim do dia, quem ganha é o fã, que finalmente vê a “indústria do futuro” bater à porta de casa.

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Valorant Game Changers Championship

Pandora Nana

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O Valorant Game Changers Championship começa nesta terça-feira (28) trazendo as 8 melhores equipes inclusivas do cenário e temos a Team Liquid representando o Brasil. 

Confira as 8 equipes classificadas aqui

  • BBL Queens (EMEA)
  • G2 Gozen (EMEA)
  • Evil Geniuses GC (NA)
  • Shopify Rebellion (NA)
  • Tema Liquid Brazil (Brasil)
  • KRU Blaze (LATAM)
  • Team SMG (APAC)
  • Chac Hui EDG (China)

Deixando claro que o cenário de valorant principal é um cenário misto, porém, poucas mulheres fazem parte, deixando suas participações focadas no cenário inclusivo, junto com mulheres trans e pessoas não binárias.

Nossa representante brasileira, a Team Liquid, teve alguns altos e baixos neste ano de 2023, mas se consagrou campeã do Game Changers Brasil pela terceira vez seguida e conseguindo a classificação para o mundial. Ano passado o time chegou ao top 3, perdendo para a G2 no caminho, que foi o time campeão. No entanto, os dois times tiveram grandes mudanças e podem alterar seus destinos nesse Game Changers. A vinda de Isa, Bizerra e Joojinha, que se juntaram à Daiki e Bastarda, mostrou que a Liquid não está nem um pouco para brincadeira e querem esse título, principalmente com o mundial acontecendo aqui na nossa casa, no estúdio da Riot Brasil em São Paulo. Não só isso, mas essa rixa já começa logo no primeiro game da GC com Team Liquid x G2 às 14h no dia 28/11.

Apesar da Team Liquid ser a equipe brasileira, também contamos com a player Shyz, jogadora da KRÜ Blaze que já jogou ao lado da Bizerra quando elas estavam na TBK Esports.

Abaixo alguns detalhes do VALORANT Game Changers Championship 2023

Formato

  • Formato de eliminação dupla; 
  • Todas as partidas são em MD3, com exceção da final da chave inferior e da grande final; 
  • Chave inferior e final são em MD5; 

Premiação

  • 1° lugar: US$ 180 mil
  • 2° lugar: US$ 100 mil
  • 3° lugar: US$ 80 mil
  • 4° lugar: US$ 50 mil
  • 5/6° lugar: US$ 25 mil
  • 7/8° lugar: US$ 15 mil

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