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League of Legends

Reconhecimento da Riot para players que possuem comportamento exemplar (?)

Pandora Nana

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Players da CLG recebem punição por infringir as regras de League of Legends

Hoje, dando uma olhada nas postagens do Reddit me deparei com uma que me deixou bem interessada. Para ler a versão em inglês da postagem é só acessar aqui

Porém, para as pessoas que não manjam dos ingrêis (rsrsrs), vou colocar abaixo uma versão de tradução para vocês:

Os jogadores que apresentam comportamento adequado e respeitoso, merecem mais reconhecimento do que jogadores tóxicos.

E eu também não estou falando do atual sistema de honra. Riot, e a comunidade em geral, precisam focar mais em players que apresentam comportamento exemplar, ao invés de mostrar à comunidade exemplos de jogadores tóxicos. Eu poderia nomear numerosos pró-players tóxicos. Eu acho isso mais difícil do que nomear jogadores que apresentam algum respeito e consideração com os outros durante o jogo. Eu não quero dizer que precisamos de tópicos diários dizendo “Oh, olha que amigável o <insira o nome do jogador aqui> foi hoje”, seria bom se pudéssemos virar e dizer “Wow, <insira o nome do jogador aqui> realmente é um jogador cortês” deste momento em diante.

Então, o que eu proponho é que a Riot reconheça os atletas da LCS que demonstrem um comportamento apropriado no jogo, através de algumas premiações, ou até mesmo mencionando estes jogadores de maneira positiva durante o pré-show. Dê a estes jogadores algum incentivo para serem um modelo positivo, porque da forma como as coisas estão neste momento, eles não possuem reais razões para serem assim.

Eu sei que isto não traz efeito na comunidade em geral, mas nós temos que começar por algum lugar.

TL;DR: Riot deveria implantar um sistema que recompense os atletas da LCS que são amigáveis e respeitosos com os outros jogadores.”

Porque essa postagem chamou minha atenção?!

Bem, primeiro, pra quem não sabe vou definir aqui o que seria o rage:

Rage, é uma palavra inglesa que significa raiva, fúria ou violência. Na linguagem gamer, digamos assim, rage é quando um jogador fica xingando no chat, não importa o motivo.

Portanto, a pessoa que dá rage é aquela que começou a discutir com o time porque queria top, mas teve que ir mid. Disse que não iria mais gankar o bot porque o adc morreu com dois minutos de partida e ficou chamando-o de “noob”, de “lixo” ou coisas do tipo. Enfim, é a pessoa que ao invés de prestar atenção na partida, ela fica espamando xingamentos à uma pessoa, ao time todo ou até mesmo ao time inimigo, durante o jogo todo.

E sabemos que este tipo de comportamento não é apresentado apenas por jogadores de elo baixo, como muito é espalhado por ai, afinal, quando você passa para um elo maior ninguém te pergunta ou faz você assinar algo em que você se compromete a não xingar os coleguinhas da partida.

E ai entra o motivo pelo qual eu me interessei por esta postagem no Reddit e, consequentemente, a discussão que foi gerada por ela. Muitos jogadores do cenário competitivo apresentam este comportamento que, muitas vezes, não é exposto em campeonatos presenciais; mas que pode ser observado durante a realização das suas streams.

Ah mas e dai que o cara xinga na stream?! E dai que precisamos levar em consideração que estes caras são tomados como exemplos a serem seguidos por vários jogadores de League of Legends e, dentre muitos estes, a maioria são jovens e/ou crianças. Uma prova disso são alguns jargões que andam por ai e que foram criados/popularizados pelos jogadores do cenário competitivo.

Eu achei bem interessante esta proposta de a Riot encontrar uma forma de reconhecer os atletas que são respeitosos com seu time e também com os seus inimigos. Talvez, essa também possa ser uma forma de combater o comportamento tóxico de alguns jogadores de Leagu of Legends e consciêntizá-los que xingar alguém da partida não vai fazer com que eles consigam vencê-la.

E vocês, o que acham?! Acham que essa ideia é boa e deveria ser levada pra frente?!

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CBLOL

Caso TitaN: paiN Gaming afasta atirador após denúncias.

Pandora Nana

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A notícia que abalou o cenário de League of Legends nesta semana não veio de dentro do servidor. Alexandre “TitaN” Lima, uma das figuras mais emblemáticas da paiN Gaming, foi oficialmente afastado da organização. O motivo é uma ação judicial movida por sua ex-namorada, a streamer Gabzuski, e outras quatro mulheres, que acusam o atleta de crimes graves.

As denúncias: Além do “Exposed”

O caso, que começou a circular como relatos em redes sociais, escalou para a esfera jurídica, mudando completamente o peso da situação. Não se trata mais apenas de um “exposed” efêmero; a ação coletiva envolve quatro mulheres e aponta para crimes de importunação sexual e a divulgação de imagens e vídeos íntimos sem consentimento (a chamada pornografia de revanche).

É fundamental dar o devido peso à coragem de Gabzuski ao liderar este movimento. Ao levar o caso à justiça, as vítimas rompem com um ciclo de silenciamento e impunidade que muitas vezes impera no cenário de eSports. A denúncia deixa de ser uma discussão de “bolha” para se tornar uma busca real por justiça criminal, confrontando diretamente a figura de um dos maiores ídolos da comunidade.

A postura da paiN Gaming: O afastamento

Diferente de episódios passados no cenário brasileiro, onde organizações optaram por notas genéricas ou silêncio prolongado, a paiN Gaming adotou uma postura mais drástica. Em nota oficial, a organização anunciou o afastamento de TitaN de todas as atividades oficiais por tempo indeterminado, tratando o caso como “prioridade máxima”.

Embora os detalhes contratuais sejam preservados, a nota indica que a permanência do jogador é insustentável enquanto as investigações avançam. Esse movimento sugere que a paiN, ciente do impacto de sua marca e da pressão de seus patrocinadores, entende que nenhum talento técnico justifica a conivência com acusações desta magnitude.

O impacto no cenário competitivo

A decisão coloca o “Super Time” da paiN para 2026 em xeque. O projeto, que visava reeditar a base campeã com Robo e Tinowns, agora perde sua peça central na rota inferior. No entanto, o impacto maior é cultural: o afastamento de mais um atleta.

A mensagem é clara: o talento técnico e o carisma de um “pro player” não podem mais ser usados como escudo para condutas abusivas fora das telas. A excelência no jogo não concede salvo-conduto moral, e a responsabilidade social das organizações passa a ser cobrada com muito mais rigor pela comunidade e pelo mercado.

O que diz o outro lado?

Até o fechamento desta matéria, Alexandre “TitaN” Lima não havia emitido um comunicado oficial detalhado em resposta às acusações formalizadas na justiça.

O espaço do Gaming News permanece aberto para que o jogador ou sua assessoria jurídica apresentem sua defesa e posicionamento sobre os fatos relatados.

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League of Legends

🚨Exclusivo: KaBuM Anuncia Mega Investimento no CBLOL 2024, mas Bastidores Revelam Conexões e Denúncias!

Pandora Nana

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O mundo dos eSports está em polvorosa com o anúncio bombástico da KaBuM, prometendo o maior investimento de sua história no elenco para a temporada 2024 do CBLOL. A equipe, que enfrentou uma temporada 2023 turbulenta, com resultados decepcionantes, está disposta a virar o jogo e retomar seu lugar de destaque no cenário competitivo.

Em entrevista exclusiva ao ge, um dos executivos do time revelou grandes planos para montar um elenco extremamente competitivo, tanto para o CBLOL quanto para o CBLOL Academy. “Estamos de olho em todos os grandes jogadores, queremos os melhores talentos para brigar pelo título”, afirmou o executivo.

Mas, por trás dessa notícia empolgante, há rumores de que os bastidores estão fervilhando com conexões e denúncias que podem abalar o cenário competitivo. Tata Wu, a arquiteta de renome que trabalha para diversos times de eSports, está sendo apontada como a possível ponte que levou a denúncia do time da LOUD contra a KaBuM para a Riot Games.

Os detalhes ainda são escassos, mas fontes próximas ao caso sugerem que a influência de Tata Wu pode ter sido decisiva para trazer à tona possíveis irregularidades, lembrando o caso de assédio envolvendo o jogador Loop e a paiN Gaming em 2016, que chocou a comunidade e levou a uma reflexão profunda sobre a conduta nos eSports.

Loop, o jogador que estava no centro da polêmica, quebrou o silêncio e confirmou a versão da paiN, explicando que a notícia do interesse da paiN chegou a ele por terceiros e não por contato direto da organização. Ele também destacou que houve um mal-entendido inicial com a INTZ sobre como ele soube do interesse da paiN, mas que isso foi esclarecido posteriormente.

Loop decidiu rescindir seu contrato com a INTZ devido a discordâncias que surgiram durante uma conversa com a organização, uma decisão que foi informada tanto à INTZ quanto à Riot Games. Ele também expressou sua frustração com a forma como a situação foi tratada, criticando aqueles que ofenderam seu pai, que saiu em sua defesa.

A KaBuM, por sua vez, garante que o investimento milionário e os planos ambiciosos para 2024 não têm relação com os resultados ruins de 2023, mas sim com um planejamento financeiro estratégico e a busca constante pela excelência. “Estamos construindo uma estrutura sólida para garantir o sucesso a longo prazo”, afirmou o executivo.

Enquanto a KaBuM se prepara para uma temporada de redenção, os fãs e a comunidade de eSports aguardam ansiosamente para ver como essa história se desenrolará, com a promessa de muitas emoções e reviravoltas nos próximos capítulos.

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BGS

O Brasil está entre os 10 países com mais fãs de eSports no mundo

Pesquisa também aponta mercado extremamente lucrativo para jogadores profissionais de eSports.

Pandora Nana

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Pesquisa também aponta mercado extremamente lucrativo para jogadores profissionais de eSports.

Em 2012, a Brasil Game Show (BGS) sediou o primeiro torneio oficial de League of Legends (LoL) do Brasil, desde então, a presença brasileira no cenário de eSports tem crescido significativamente. Atualmente, os eSports têm se tornado uma oportunidade de carreira para muitos jovens que jogam por diversão, que resultou em 8,6 mil profissionais no país. Metade desses atletas, 4.388, ainda participa de competições em 2023.

Um estudo recente publicado no site Aposta Legal, analisou mais de 5.000 buscas no Google por palavras relacionadas aos eSports, combinadas com dados fornecidos pela plataforma eSports Earnings e Liquipédia. O objetivo do estudo foi verificar a popularidade dos esportes eletrônicos no Brasil em 2023, além de analisar a posição do país nos rankings globais.

Com quatro milhões de buscas mundiais pela sigla eSports, o Brasil ocupa o sétimo lugar entre os maiores fãs do mundo, representando 3% das pesquisas mundiais por palavra. O país fica atrás apenas de grandes potências dos eSports, como Espanha (7,4 milhões de buscas), Filipinas (4,5 milhões) e Canadá (4,1 milhões).

De acordo com a pesquisa, neste ano, o Brasil está em oitavo lugar como o país com mais jogadores profissionais em atividade no mundo, ficando logo atrás da China (6.990 atletas), Alemanha (5.786), França (5.407 jogadores) e Reino Unido (4.560).

Segundo o feedback do proprietário deste site, os jogadores brasileiros estão extremamente dispostos a investir valores no entretenimento dos jogos online, nas mais diversas categorias, dos cassinos e jogos de azar até clássicos para dispositivos mobile, como Candy Crush Saga e Angry Birds.

Quanto aos jogos de eSports mais populares no Brasil, o estudo indicou que o Fortnite é o mais procurado entre os jogadores, com 507 mil buscas no Google. Valorant aparece em segundo lugar, com 365 mil buscas pelo jogo no país. Em terceiro lugar vem Free Fire, com 288 mil buscas, seguido pelo League of Legends, com 198 mil buscas. Dota, um dos pioneiros dos eSports, não está entre os mais procurados.

Os paranaenses são os que mais pesquisam sobre o jogo Fortnite em 2023, e no Distrito Federal, o Valorant e o Overwatch são os jogos mais jogados pelos moradores. No estado do Maranhão, os jogos preferidos são o Free Fire e o eFootball.

O estudo também indicou os jogadores de eSports brasileiros que mais faturam no país. O capitão e in-game leader da G2 Esports, Karl “Alem4o” Zarth, é o jogador mais bem-sucedido, com 206 mil dólares em prêmios só neste ano. Gabriel “volpz” Fernandes é o novo membro do Team Liquid e, em abril, embolsou US$ 5.497,00 na Liga Brasil 2023. Gustavo “Herdsz” Herdina está jogando atualmente como in-game leader para o W7M Esports e já ganhou US$ 94.711,00 em 2023, com seu maior faturamento sendo de US$ 25.804,00 em 2022.

A pesquisa conclui que o faturamento total dos dez jogadores mais bem-sucedidos na lista em 2023 é de US$ 808.298,00, superando a marca de R$ 4 milhões.

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