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Gnar o novo campeão do League of Legends

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Tela de Login do Gnar!

O tempo passa para todos – para Gnar, não. Nascido há milênios, Gnar é um yordle capturado e aprisionado em gelo verdadeiro, assim ficando – literalmente – congelado no tempo. Civilizações ergueram-se e caíram enquanto o yordle pré-histórico olhava vagamente, mas nada – nem mesmo gelo verdadeiro – confinaria Gnar para sempre. Após se libertar, Gnar vagou por Runeterra até se ver recepcionado por seus descendentes yordles. Porém, eles descobririam em breve que há uma fera por trás do garoto. 

Habilidades

  • Passiva: Ira Genética

  • Q: Mini Gnar – Bumerangue

  • W: Mini Gnar – Hiperativo (passiva)

  • E: Mini Gnar – Salto

  • R: Mega Gnar – GNAR!

Mecânica de Jogo

 

Gnar, este yordle pré-histórico, combina bem com a rota do topo no Rift. Um campeão de transformação que tem forças e fraquezas claras em ambas as formas (Mini Gnar e Mega Gnar), ele luta melhor ao prever seus ataques de ira – e ao final da partida, participa de forma mais eficaz como tanque ou lutador.

Rota do topo

O medidor de ira de Gnar se preenche mais lentamente no início da partida; assim, dominar sua forma Mini é essencial para começar com sucesso. Felizmente, Mini Gnar tem vários truques nas mangas peludas para manter sua forma mais frágil a salvo dos ataques inimigos. Bumerangue causa um dano decente ao seu rival de rota, e sua lentidão ajuda Gnar a manter distância e evitar os contraataques. Assim que habilitada, Hiperativo causa mais dano, ajudando-o a dominar a rota com ataques básicos de tempo certeiro e arremessos repetidos de Bumerangue. Mini Gnar se sai melhor ao guardar Salto para fugas; é uma habilidade de afastamento confiável que ele pode usar em inimigos da rota ou caçadores que vierem tentar derrotá-lo.

E aí tem o Mega Gnar. Uma fera brutal com controle de grupo significativo e dano em rajada surpreendente, Mega Gnar traz um estilo de jogo completamente diferente para usar com forças e fraquezas inerentes. Ele é um monstrengo: lento, forte e resistente, e enquanto ele deslancha uma dose cavalar de dano, ele não tem muito com o que dar sequência a isso. Enquanto Mini Gnar é ágil o suficiente para ficar vagando às margens do combate, Mega Gnar se sobressai no meio da pancadaria. Depois de usar Encontrão em seu rival da rota do topo, o uso repetido de Arremessar Pedregulho e Safanão deve deixar até mesmo o mais defensivo dos inimigos claramente prejudicado. Porém, ele tem vulnerabilidades consideráveis, principalmente se ele for alvo de emboscadas.

Mega Gnar não tem meios eficazes de fuga e depende puramente de sua vida e resistência para continuar vivo enquanto ele se arrasta em direção à sua própria torre. As coisas mudam significativamente quando ele chega ao nível seis e ganha acesso a… GNAR! O impacto é forte o suficiente, assim como a utilidade para salvar a vida de Gnar – e acabar com a de seu inimigo – particularmente quando estiverm próximos a estruturas. Atraia seu oponente para o arbusto como Mini Gnar; depois, transforme-se e use GNAR! para esmagá-los na parede, causando lentidão e depois detonando-o com o resto de suas habilidades. Se o rival estiver se sentindo muito confiante e encarar a torre, use a habilidade para atordoá-los ao jogá-los contra sua torre. Ao tentar sobreviver a uma emboscada, simplesmente jogá-lo para longe deve dar o tempo necessário para Gnar fugir.

Lutas de equipe

Gnar tem três fases distintas durante lutas de equipe, cada uma orientada ao marcar o tempo de suas formas. Primeiro, ele precisa evitar o confronto direto enquanto a forma Mini Gnar acumula ira, atraindo-os com ataques básicos, Bumerangue e a passiva de Hiperativo para deixar uma marca na linha de frente inimiga. Assim que Gnar estiver prestes a estourar, é melhor ele usar Salto na direção do time rival. Sempre que Mini Gnar ativa uma habilidade com a barra de ira cheia, ele se transforma em Mega Gnar enquanto a usa – isto é, os alvos reunidos verão uma bolotinha de pelos saltando em sua direção… mas algo bem diferente vai aterrissar entre eles.

 

Assim que Mega Gnar cai aochão, seu papel é incomodar o máximo possível, usando Lançar Pedregulho e Safanão para causar dano e controle de grupo a todos os inimigos próximos. Aqui, ele se sobressai como tanque, bloqueando disparos de precisão com sua enorme forma e forçando os causadores de dano inimigos a focarem nele. Saber quando usar GNAR! é importantíssimo: o uso de tempo certeiro pode interromper várias habilidades de inimgo ao mesmo tempo, enquanto o posicionamento certeiro pode fazer com que o time inimigo inteiro vá de encontro a uma estrutura, causando atordoamento a todos e dando aos seus aliados a chance dos abates.

À medida que a ira de Mega Gnar começa a acabar, as forças de Mini Gnar se tornam ótimos recursos para fazer a limpa. Ele é rápido e pode se aproximar com Salto e seus ataques básicos que, quando numerosos o suficiente, ativam Hiperativo e dão a Mini Gnar um enorme bônus de velocidade de movimento. Inclua aí o Bumerangue e ele tem todas as ferramentas necessárias para caçar e finalizar seus alvos.

Sinergia

Funciona bem com:

Lulu – a Fada Feiticeira

O conjunto de Lulu complementa bem as fraquezas de Gnar e suplementa suas forças em ambas as formas. Ela pode proteger Mini Gnar com Socorro, Pix! sempre que ele estiver sob ataques, enquanto Caprichos dá a MEga Gnar todo o movimento necessário para ajudá-lo a colar na equipe inimiga e causar seu dano em área de efeito.


Amumu – a Múmia Triste

Na reta final da partida, Gnar se sobressai ao ter um iniciador e tanque para acompanhar. Amumu é perfeito: seu combo de Q a R trava as equipes inimigas, e isso equivale a Mega Gnar poder usar Safanão e complementar o dano em área de Amumu com o seu próprio.


Orianna – a Donzela Mecânica

O sistema de entrega de bola continua sempre que Mega Gnar salta para a equipe inimiga! Combinar Safanão e Comando: Onda de Choque (Chofanão?) causa dano devastador, e Orianna pode emendar com Comando: Dissonância, causando lentidão aos inimigos e acelerando o passo outrora arrastado de Mega Gnar.

Tem dificuldade contra:

Teemo – o Explorador Veloz

Teemo ganha de Gnar no alcance e causa dano o suficiente com o tempo com Disparo Tóxico, podendo derrotá-lo com facilidade. O Explorador Veloz também pode cegar Gnar em duelos de ataques básicos, ou se Mover Depressa para esquivar de tudo – bumerangues, pedregulhos e Mega Gnars.


Irelia – a Vontade das Lâminas

Apesar de Gnar enfrentar Irelia no mesmo pé nos níveis iniciais, lá pelo nível 5 ela tem todo o dano real, sobrevivência, velocidade e resistência necessários para derrotar Gnar no combate, significando que é melhor o Yordle Pré-Histórico ficar acumulando recursos debaixo de sua torre e contar com a ajuda de seu caçador.


Fizz – o Trapaceiro das Marés

Fizz é problemático para ambas as formas de Gnar. Ele é ágil e poderoso o suficiente para enfraquecer Mini Gnar antes que ele tenha chance de se transformar, e Brincalhão / Trapaceiro o permite esquivar do poder e controle de grupo consideráveis de Mega Gnar (incluindo GNAR!)

Análises de Campeão

Gnar, criado por gypsylord

Vamos falar de transformação!

Historicamente, Campeões de transformação são os mais difíceis de equilibrar em League of Legends porque eles frequentemente acabam com uma forma dominante: antes do 4.10, Nidalee era melhor na forma humana, a não ser que precisasse executar alguém ou fugir, e Jayce fica tranquilão na forma de canhão na maioria de suas partidas. Dar forças e fraquezas únicas a ambas as formas não significa nada se for possível simplesmente se transformar à vontade para perder a fraqueza da vez. Vejamos Jayce de novo: Como um Campeão corpo-a-corpo deveria enfrentá-lo em uma situação mano-a-mano se Jayce pode duelar de forma igual de perto e ainda tem a opção de se transformar em um Campeão atirador eficaz ?

 

Eis a pergunta central que nos fizemos: como podemos criar um novo Campeão de transformação que pareçafundamentalmente bom para jogar e para enfrentar? Nossa resposta foi criar um Campeão com forças e fraquezas identificáveis em ambas as formas, e aí limitar a habilidade do jogador controlar em qual forma jogar. Após meses de testes, chegamos ao Gnar, esta adorável (às vezes, né) bolinha de pelo.
Então, como ele é diferente? Bem, Mini Gnar é um dos Campeões de maior mobilidade no jogo. Ele apresenta bom dano constante e atrai os inimigos incrivelmente bem – mas se ele for pego, ele morre rápido.Por outro lado, Mega Gnar é um colosso. Ele é bem tanque e com dano em rajada surpreendente – e ainda por cima tem controle de grupo e área de efeito poderosos. Entretanto, ele é lento, e isso significa que os inimigos pode fugir dele ao simplesmente andar na direção oposta. Tirar o controle da transformação do Gnar significa que ele precisa prever quando ele está prestes a estourar (ou a, hã, se recompor?), posicionar-se e preparar uma jogada de forma completamente diferente, dando complexidade e profundidade extras ao seu estilo de jogo. Isto também quer dizer que – pela primeira vez – saber como jogar durante as transições entre as formas de Gnar é tão importante quanto dominar os estilos de jogo de suas duas formas.

 

Estamos empolgados para ver o que vocês acham do próximo Campeão de Runeterra. Deixem seus comentários abaixo!

Fonte: League of Legends

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Nobru participa do Favela Gaming e leva tecnologia, games e oportunidades para periferias

Pandora Nana

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O universo gamer brasileiro já deixou de ser apenas entretenimento há muito tempo. Hoje, ele movimenta carreiras, influencia a cultura pop, cria negócios milionários e abre portas para milhares de jovens que enxergam nos games uma oportunidade de transformar suas vidas. E poucos nomes representam isso tão bem quanto Nobru.

O influenciador e campeão mundial de Free Fire participa, neste mês, da nova temporada do Lab Móvel, iniciativa do Favela Gaming que leva tecnologia, aprendizado e oportunidades para comunidades brasileiras. Mais do que um evento gamer, o projeto se tornou um símbolo de como os esports e a inclusão digital podem impactar diretamente a realidade das periferias.

Com ações em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, o Lab Móvel reforça uma tendência cada vez mais evidente: o futuro da indústria gamer brasileira passa pelas comunidades.


Nobru e Favela Gaming: quando os games se tornam ferramenta de transformação

A participação de Nobru no projeto carrega um peso simbólico importante. O influenciador conhece de perto a realidade das periferias e frequentemente usa sua própria trajetória como exemplo de como os games podem abrir caminhos antes considerados impossíveis.

Durante sua participação no Lab Móvel, em Jardim Peri, na zona norte de São Paulo, Nobru destacou justamente a importância do acesso. Segundo ele, talento sempre existiu nas quebradas, mas faltavam oportunidades reais para transformar potencial em carreira. Essa conexão direta com o público é um dos motivos que fazem o criador de conteúdo ser tão relevante dentro e fora do cenário competitivo.

O Favela Gaming nasceu da parceria entre Final Level Co, YouTube Gaming e Gerando Falcões, com o objetivo de democratizar o acesso à indústria dos games e da tecnologia. Em três anos, o projeto já impactou mais de 60 mil jovens e suas famílias, oferecendo aulas, capacitação e experiências ligadas ao universo gamer.

E o mais interessante é que a iniciativa vai muito além do entretenimento. O projeto utiliza os games como porta de entrada para discutir educação digital, mercado de trabalho, empreendedorismo e novas profissões ligadas à economia criativa.


A periferia se tornou uma potência dentro do cenário gamer brasileiro

Durante muito tempo, o mercado de games no Brasil parecia distante da realidade das periferias. Consoles caros, computadores de alto desempenho e internet limitada criavam barreiras enormes para boa parte dos jovens brasileiros. Mas isso começou a mudar com o crescimento dos jogos mobile.

Fenômenos como Free Fire ajudaram a democratizar o acesso aos esports no país. Bastava um celular simples para entrar em partidas competitivas, consumir conteúdo gamer e fazer parte da comunidade online. O resultado foi uma explosão cultural que transformou o cenário brasileiro.

Foi justamente nesse contexto que Nobru surgiu como um dos maiores nomes dos esports nacionais. Sua trajetória saiu das comunidades e alcançou o topo do cenário competitivo mundial, transformando o influenciador em uma referência para milhões de jovens que se enxergam em sua história.

Hoje, o impacto das periferias dentro da cultura gamer brasileira é impossível de ignorar. Streamers, pro players, criadores de conteúdo e influenciadores vindos das comunidades dominam audiência, engajamento e tendências nas redes sociais. O universo geek brasileiro ficou mais diverso, mais acessível e muito mais conectado com a realidade da juventude periférica.


Lab Móvel mistura games, tecnologia e Inteligência Artificial

Um dos pontos mais interessantes do Lab Móvel é justamente a combinação entre entretenimento e formação profissional. O projeto leva para as comunidades uma estrutura completa com computadores gamers, PlayStation 5, área mobile, mini torneios de Free Fire e experiências voltadas ao universo digital.

Mas o foco não está apenas em jogar. A proposta também inclui oficinas de Inteligência Artificial, letramento digital e bate-papos com profissionais da indústria gamer e tecnológica. Essa mistura mostra como o setor de games deixou de ser apenas lazer e passou a funcionar como um verdadeiro ecossistema profissional.

Para muitos jovens participantes, o contato com IA, programação, produção audiovisual ou criação de conteúdo acontece pela primeira vez dentro desse tipo de iniciativa. Isso cria novas perspectivas de carreira e amplia horizontes profissionais para além do sonho de se tornar jogador competitivo.

Outro ponto importante é que projetos como esse ajudam a reduzir uma barreira histórica: o acesso à tecnologia. Em um cenário onde a transformação digital acontece cada vez mais rápido, oferecer esse contato prático com ferramentas modernas pode fazer diferença real no futuro desses jovens.


O mercado gamer virou uma porta de entrada para novas profissões

A indústria dos games já movimenta bilhões ao redor do mundo e segue crescendo ano após ano. No Brasil, o setor se tornou uma das áreas mais promissoras da economia digital, impulsionando carreiras que vão muito além dos campeonatos de esports.

Hoje, o ecossistema gamer envolve diversas profissões:

  • streamers
  • editores de vídeo
  • designers
  • programadores
  • narradores de campeonatos
  • social media
  • desenvolvedores
  • produtores de eventos
  • influenciadores digitais

Isso significa que jovens das periferias podem encontrar diferentes caminhos dentro desse mercado. E o mais importante: muitos deles já começam consumindo games diariamente, o que cria uma conexão natural com o setor.

O próprio Favela Gaming aposta nessa visão mais ampla da indústria. A iniciativa atua nos pilares educacional, competitivo e sociocultural, mostrando que os games podem funcionar tanto como entretenimento quanto como ferramenta de inclusão econômica.

Além disso, a ascensão de criadores de conteúdo vindos das comunidades reforça uma mudança importante na cultura digital brasileira. O público não quer apenas grandes celebridades inalcançáveis: ele busca pessoas reais, com histórias próximas da sua realidade.


Nobru ultrapassou os esports e virou referência cultural

Embora tenha ficado conhecido mundialmente por sua trajetória no Free Fire, Nobru já ultrapassou há muito tempo o papel de pro player. Hoje, ele é empresário, influenciador, criador de conteúdo e uma das figuras mais relevantes do entretenimento gamer nacional.

Além de ser cofundador da organização Fluxo, Nobru também atua em diferentes empreendimentos ligados ao universo digital e ao lifestyle. Sua presença nas redes sociais ultrapassa 36 milhões de seguidores, consolidando seu alcance muito além da comunidade gamer.

O reconhecimento também chegou ao mercado tradicional. A presença do influenciador na lista Forbes Under 30 mostra como os games passaram a ocupar um espaço relevante dentro da economia criativa brasileira.

Mas talvez o principal diferencial de Nobru seja justamente sua autenticidade. Ele continua conectado às suas origens e frequentemente utiliza sua influência para incentivar jovens periféricos a acreditarem no próprio potencial.

Essa identificação ajuda a explicar por que sua participação no Favela Gaming gera tanto impacto. Para muitos jovens, ele representa a prova concreta de que é possível transformar games em carreira, oportunidade e mudança de vida.


O futuro dos games no Brasil passa pelas periferias

Durante anos, o mercado gamer brasileiro focou principalmente no consumo. Agora, o cenário começa a mudar. As periferias estão deixando de ser apenas audiência e passando a ocupar espaço como protagonistas da indústria.

Projetos como o Favela Gaming ajudam a acelerar esse movimento ao conectar juventudes periféricas com tecnologia, capacitação e oportunidades concretas dentro da nova economia digital.

O crescimento do mobile gaming, dos criadores de conteúdo independentes e da cultura dos esports mostra que o acesso aos games nunca foi tão democrático. E isso cria espaço para revelar novos talentos em diferentes áreas do setor.

Mais do que formar jogadores profissionais, iniciativas como o Lab Móvel ajudam a construir autoestima, ampliar repertório digital e criar possibilidades de futuro para jovens que muitas vezes não tiveram acesso a esse universo.

No fim das contas, talvez esse seja o maior impacto dos games atualmente: não apenas divertir, mas também transformar vidas.

E aí, você acredita que os games podem mudar o futuro das periferias brasileiras? Me conta sua opinião e aproveita para acompanhar mais conteúdos sobre cultura gamer, esports e universo geek no meu Instagram: @pandora.nana

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Além da Capital: EP Games coloca o interior paulista na rota dos e-sports

Pandora Nana

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O eixo Rio-São Paulo sempre foi o coração pulsante dos eventos de games no Brasil, mas o cenário está mudando. Com o anúncio do EP Games, que acontece entre os dias 15 e 18 de janeiro no Iguatemi Campinas, o interior paulista prova que não quer mais ser apenas um espectador das grandes feiras. Realizado pelo Grupo EP (afiliada Globo), o evento nasce com a proposta de democratizar o acesso à cultura geek e consolidar Campinas como um polo estratégico de negócios e entretenimento gamer.

O peso do cenário competitivo: Do CS2 ao Free Fire

Muito além de uma feira de exposição, o EP Games chega com um calendário competitivo agressivo. O destaque fica para a final sul-americana do Rematch e a final do Circuit X de CS2 Feminino, reforçando o compromisso com a diversidade no cenário profissional.

A confirmação de gigantes como MIBR, W7M, Vivo Keyd Stars e Fluxo eleva o patamar do festival. Não é apenas um “encontro de fãs”, é um ambiente onde equipes de elite estarão presentes em painéis e ativações, como o MIBR Rap Club, unindo música e e-sports em uma linguagem que o público do interior raramente vê de perto sem precisar viajar até a capital.

Cultura Geek e Acessibilidade: O diferencial do festival

O evento não esquece as raízes da cultura pop. Com a presença de Guilherme Briggs, um dos maiores nomes da dublagem nacional, e um campeonato de cosplay aberto ao público, o EP Games tenta abraçar todas as facetas do público geek.

Mas o ponto que merece atenção analítica aqui é o investimento em inclusão social e acessibilidade. Destinar 10% da bilheteria para jovens de escolas públicas e garantir intérpretes de Libras em todas as atrações não é apenas um “plus”, é uma necessidade em um mercado que muitas vezes se torna elitizado. No seu texto, vale pontuar como eventos regionais podem ser mais eficientes em promover essa inclusão do que as megafeiras saturadas.

Negócios e imersão: O game além da tela

A parceria com a Garena e a presença da Mont (maior loja de card games da América Latina) mostram que o festival tem lastro comercial. A pauta também deve explorar a palestra sobre o poder imersivo dos Escape Rooms e as dinâmicas de ARG (Alternate Reality Game), discutindo como a linguagem dos videogames está transbordando para o “mundo real” e transformando shopping centers em centros de experiência viva.

Um novo marco para o setor

O EP Games não é apenas mais um evento no calendário; é um teste de força para o mercado de games fora das capitais. Se o Grupo EP conseguir entregar a imersão prometida, Campinas pode se tornar a nova casa de grandes anúncios e finais de campeonatos. No fim do dia, quem ganha é o fã, que finalmente vê a “indústria do futuro” bater à porta de casa.

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Valorant Game Changers Championship

Pandora Nana

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O Valorant Game Changers Championship começa nesta terça-feira (28) trazendo as 8 melhores equipes inclusivas do cenário e temos a Team Liquid representando o Brasil. 

Confira as 8 equipes classificadas aqui

  • BBL Queens (EMEA)
  • G2 Gozen (EMEA)
  • Evil Geniuses GC (NA)
  • Shopify Rebellion (NA)
  • Tema Liquid Brazil (Brasil)
  • KRU Blaze (LATAM)
  • Team SMG (APAC)
  • Chac Hui EDG (China)

Deixando claro que o cenário de valorant principal é um cenário misto, porém, poucas mulheres fazem parte, deixando suas participações focadas no cenário inclusivo, junto com mulheres trans e pessoas não binárias.

Nossa representante brasileira, a Team Liquid, teve alguns altos e baixos neste ano de 2023, mas se consagrou campeã do Game Changers Brasil pela terceira vez seguida e conseguindo a classificação para o mundial. Ano passado o time chegou ao top 3, perdendo para a G2 no caminho, que foi o time campeão. No entanto, os dois times tiveram grandes mudanças e podem alterar seus destinos nesse Game Changers. A vinda de Isa, Bizerra e Joojinha, que se juntaram à Daiki e Bastarda, mostrou que a Liquid não está nem um pouco para brincadeira e querem esse título, principalmente com o mundial acontecendo aqui na nossa casa, no estúdio da Riot Brasil em São Paulo. Não só isso, mas essa rixa já começa logo no primeiro game da GC com Team Liquid x G2 às 14h no dia 28/11.

Apesar da Team Liquid ser a equipe brasileira, também contamos com a player Shyz, jogadora da KRÜ Blaze que já jogou ao lado da Bizerra quando elas estavam na TBK Esports.

Abaixo alguns detalhes do VALORANT Game Changers Championship 2023

Formato

  • Formato de eliminação dupla; 
  • Todas as partidas são em MD3, com exceção da final da chave inferior e da grande final; 
  • Chave inferior e final são em MD5; 

Premiação

  • 1° lugar: US$ 180 mil
  • 2° lugar: US$ 100 mil
  • 3° lugar: US$ 80 mil
  • 4° lugar: US$ 50 mil
  • 5/6° lugar: US$ 25 mil
  • 7/8° lugar: US$ 15 mil

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