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Novo modo de jogo com sistema de “Pick e Ban” de operadores para Rainbow Six Siege

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Com mudanças no cenário competitivo, atualização permitirá banir operadores e trará novas estratégias para o jogo

A Ubisoft divulgou nesta terça-feira (8) mais detalhes sobre o novo modo competitivo de Rainbow Six Siege, que irá permitir o banimento de operadores pelos players. O “Pick e Ban” dará a cada equipe a opção de anular dois operadores para a partida.

Anunciado pela primeira vez durante o Six Invitational, o novo modo será introduzido com o lançamento da segunda temporada do Ano 3 e vai mudar o processo de seleção dos operadores no jogo, trazendo uma variedade de novas estratégias para o cenário competitivo do Rainbow Six Siege.

“Pick e Ban” será um recurso usado durante a sétima temporada da Rainbow Six Pro League e em eventos competitivos oficiais.

No cenário competitivo, a dinâmica de rodadas também será diferente. Cada partida terá cinco rodadas de ataque e cinco de defesa em sequência, sendo que os times não vão alternar entre eles. A primeira equipe que conseguir seis pontos vencerá a partida.

A nova rotação de rodadas deve ser menos confusa para a audiência, já que as equipes não trocarão de lado a cada uma delas. Da mesma forma, isso deve permitir que os times façam adaptações de suas estratégias em tempo real, sem precisar mudar sua mentalidade de ataque para defesa a cada momento.

Em sua essência, o “Pick e Ban” é uma ferramenta que introduz um novo mecanismo de banimento em que dois operadores de ataque e dois de defesa se tornam indisponíveis durante toda a partida. O objetivo é aprofundar a estratégia do jogo, trazendo diferentes opções em um confronto e criando a possibilidade para jogadores construírem seu próprio META.

Por exemplo, se um operador em particular é considerado uma ameaça, o “Pick e Ban” coloca o poder nas mãos dos jogadores, que podem criar uma estratégia que anule o estilo de jogo de seu oponente. Uma equipe pode banir um operador, não porque ele é forte, mas porque o time adversário joga melhor com ele.

Pré-Jogo

Preparação

Inicialmente, você precisa criar uma partida personalizada e então ir para as configurações do jogo. De lá, poderá ativar e desativar a ferramenta de Ban. Você também precisa selecionar o tempo por fase de proibição. Para espelhar as configurações da Pro League, você também poderá ativar o Sexto Pick e selecionar a hora para esta fase. Por último, você define a rotação do objetivo para rodadas ganhas.

– Fase de Ban

Durante a fase de Ban, os times alternam turnos para banir atacantes e defensores para o mapa, seguindo esta ordem:

1.       Time defensor: bane atacante 1

2.       Time atacante: bane atacante 2

3.       Time atacante: bane defensor 1

4.       Time defensor: bane defensor 2

A ordem de Ban foi feita para prevenir que o time que vai jogar primeiro bloqueie pares de operadores críticos para o outro lado. Por exemplo, a equipe que começar no ataque sempre terá o segundo Ban de operador de ataque e o defensor sempre terá o segundo Ban de defesa. Enquanto os operadores são banidos por uma partida inteira, a fase de pick ainda acontecerá toda rodada.

Spawn e Seleção do Bomb

Depois da fase de Ban, os atacantes vão selecionar o seu Spawn, local em que cada player renasce após uma rodada, e os defensores vão selecionar o Bombsite, onde está a defesa.

Fase de Pick

Ambos os times vão escolher seus operadores depois de decidirem o local de Spawn e Bombsite. Não houve muita mudança nesta parte, mas as equipes poderão selecionar seu operador sabendo onde estarão defendendo ou nascendo para o ataque.

Durante a partida

Fase de Revelação e Sexto Pick

Depois da fase de Pick, todos os operadores são revelados para os dois times deixando cada jogador ciente da escalação inimiga. Seguindo a “Revelação”, cada time pode ativar o Sexto Pick ou a possibilidade de escolher novamente um de seus operadores. Esta sexta escolha é alheia ao time inimigo, pois eles não sabem se um operador foi trocado e muito menos qual deles.

Pensamento dinâmico e boas decisões são a chave na sexta escolha, já que os jogadores vão querer atrapalhar seu oponente, enquanto tentam entender a estratégia inimiga. Blefe, adaptação e diversidade são partes fundamentais deste processo.

Rotação de rodadas

Cada partida terá cinco rodadas de ataque e cinco de defesa em sequência, sendo que os times não vão alternar entre eles. A primeira equipe que ganhar seis rodadas vencerá a partida.

A nova Rotação de rodadas deve ser menos confusa para a audiência, já que as equipes não trocarão de lado a cada uma delas. Da mesma forma, isso deve permitir que os times adaptem suas estratégias em tempo real, sem precisar mudar sua mentalidade de ataque para defesa a cada momento.

Rotação Objetiva

Existem duas opções para a Rotação Objetiva: “Jogar” e “Por Vitória”. O “Jogar” é a implementação atual, em que, se um time vence em um objetivo, ele deve jogar um número determinado de rodadas em outros objetivos para voltar a jogar no anterior. Já “Por Vitória” é um conjunto de regras alternativas em que, se um time vencer um objetivo, ele deve ganhar um número X de rodadas em outros objetivos para voltar a jogar nele. Perder em outros objetivos não desbloqueia os outros conquistados anteriormente.

Com o novo estilo de Rotação Objetiva, chamado “Rounds Vencidos”, as equipes serão obrigadas a ganhar um determinado número de rodadas em outros Bombsites antes de retornar ao que ganharam anteriormente. Isso evitará que as equipes simplesmente disputem as rodadas e assumam a derrota antes de retornar a um bombsite que venceram anteriormente.

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Além da Capital: EP Games coloca o interior paulista na rota dos e-sports

Pandora Nana

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O eixo Rio-São Paulo sempre foi o coração pulsante dos eventos de games no Brasil, mas o cenário está mudando. Com o anúncio do EP Games, que acontece entre os dias 15 e 18 de janeiro no Iguatemi Campinas, o interior paulista prova que não quer mais ser apenas um espectador das grandes feiras. Realizado pelo Grupo EP (afiliada Globo), o evento nasce com a proposta de democratizar o acesso à cultura geek e consolidar Campinas como um polo estratégico de negócios e entretenimento gamer.

O peso do cenário competitivo: Do CS2 ao Free Fire

Muito além de uma feira de exposição, o EP Games chega com um calendário competitivo agressivo. O destaque fica para a final sul-americana do Rematch e a final do Circuit X de CS2 Feminino, reforçando o compromisso com a diversidade no cenário profissional.

A confirmação de gigantes como MIBR, W7M, Vivo Keyd Stars e Fluxo eleva o patamar do festival. Não é apenas um “encontro de fãs”, é um ambiente onde equipes de elite estarão presentes em painéis e ativações, como o MIBR Rap Club, unindo música e e-sports em uma linguagem que o público do interior raramente vê de perto sem precisar viajar até a capital.

Cultura Geek e Acessibilidade: O diferencial do festival

O evento não esquece as raízes da cultura pop. Com a presença de Guilherme Briggs, um dos maiores nomes da dublagem nacional, e um campeonato de cosplay aberto ao público, o EP Games tenta abraçar todas as facetas do público geek.

Mas o ponto que merece atenção analítica aqui é o investimento em inclusão social e acessibilidade. Destinar 10% da bilheteria para jovens de escolas públicas e garantir intérpretes de Libras em todas as atrações não é apenas um “plus”, é uma necessidade em um mercado que muitas vezes se torna elitizado. No seu texto, vale pontuar como eventos regionais podem ser mais eficientes em promover essa inclusão do que as megafeiras saturadas.

Negócios e imersão: O game além da tela

A parceria com a Garena e a presença da Mont (maior loja de card games da América Latina) mostram que o festival tem lastro comercial. A pauta também deve explorar a palestra sobre o poder imersivo dos Escape Rooms e as dinâmicas de ARG (Alternate Reality Game), discutindo como a linguagem dos videogames está transbordando para o “mundo real” e transformando shopping centers em centros de experiência viva.

Um novo marco para o setor

O EP Games não é apenas mais um evento no calendário; é um teste de força para o mercado de games fora das capitais. Se o Grupo EP conseguir entregar a imersão prometida, Campinas pode se tornar a nova casa de grandes anúncios e finais de campeonatos. No fim do dia, quem ganha é o fã, que finalmente vê a “indústria do futuro” bater à porta de casa.

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Valorant Game Changers Championship

Pandora Nana

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O Valorant Game Changers Championship começa nesta terça-feira (28) trazendo as 8 melhores equipes inclusivas do cenário e temos a Team Liquid representando o Brasil. 

Confira as 8 equipes classificadas aqui

  • BBL Queens (EMEA)
  • G2 Gozen (EMEA)
  • Evil Geniuses GC (NA)
  • Shopify Rebellion (NA)
  • Tema Liquid Brazil (Brasil)
  • KRU Blaze (LATAM)
  • Team SMG (APAC)
  • Chac Hui EDG (China)

Deixando claro que o cenário de valorant principal é um cenário misto, porém, poucas mulheres fazem parte, deixando suas participações focadas no cenário inclusivo, junto com mulheres trans e pessoas não binárias.

Nossa representante brasileira, a Team Liquid, teve alguns altos e baixos neste ano de 2023, mas se consagrou campeã do Game Changers Brasil pela terceira vez seguida e conseguindo a classificação para o mundial. Ano passado o time chegou ao top 3, perdendo para a G2 no caminho, que foi o time campeão. No entanto, os dois times tiveram grandes mudanças e podem alterar seus destinos nesse Game Changers. A vinda de Isa, Bizerra e Joojinha, que se juntaram à Daiki e Bastarda, mostrou que a Liquid não está nem um pouco para brincadeira e querem esse título, principalmente com o mundial acontecendo aqui na nossa casa, no estúdio da Riot Brasil em São Paulo. Não só isso, mas essa rixa já começa logo no primeiro game da GC com Team Liquid x G2 às 14h no dia 28/11.

Apesar da Team Liquid ser a equipe brasileira, também contamos com a player Shyz, jogadora da KRÜ Blaze que já jogou ao lado da Bizerra quando elas estavam na TBK Esports.

Abaixo alguns detalhes do VALORANT Game Changers Championship 2023

Formato

  • Formato de eliminação dupla; 
  • Todas as partidas são em MD3, com exceção da final da chave inferior e da grande final; 
  • Chave inferior e final são em MD5; 

Premiação

  • 1° lugar: US$ 180 mil
  • 2° lugar: US$ 100 mil
  • 3° lugar: US$ 80 mil
  • 4° lugar: US$ 50 mil
  • 5/6° lugar: US$ 25 mil
  • 7/8° lugar: US$ 15 mil

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E-sports: A Ascensão dos Esportes Eletrônicos e os Atletas dos Games

Pandora Nana

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Não é segredo que o mundo dos esportes está em constante evolução. Nas últimas décadas, uma nova forma de competição esportiva emergiu das entranhas da tecnologia e se tornou uma força global a ser reconhecida: os E-sports. 

Com a crescente popularidade dos jogos eletrônicos, muitos estão começando a perceber que os jogadores de E-sports são verdadeiros atletas em seu próprio direito. Neste artigo, vamos explorar a incrível ascensão dos E-sports e discutir como esses atletas dos games estão redefinindo o cenário esportivo global. Acompanhe a leitura!

A Revolução dos E-sports

Os E-sports, ou esportes eletrônicos, são competições de videogame que envolvem jogadores profissionais competindo em uma variedade de jogos eletrônicos, como League of Legends, Dota 2, Counter-Strike e muitos outros. 

O que começou como um nicho de entusiastas de jogos agora é uma indústria multibilionária que atrai audiências em massa e patrocínios de diferentes marcas, seja de autoclave bancada ou até mesmo de energéticos. A revolução dos E-sports é evidente não apenas nas cifras de visualização, mas também na infraestrutura que está se desenvolvendo ao seu redor.*

Uma das razões para a rápida ascensão dos E-sports é a acessibilidade. Diferentemente dos esportes tradicionais, os E-sports não exigem campos, quadras ou instalações caras. Tudo o que é necessário é um computador ou console e acesso à internet. 

Isso democratizou a participação e permitiu que talentos emergentes fossem descobertos em todo o mundo. Além disso, a cultura gamer, que sempre foi vibrante, passou a ser reconhecida e valorizada, impulsionando ainda mais a popularidade.

A Vida de um Atleta de E-sports

Embora muitos possam questionar se os jogadores de E-sports podem ser considerados atletas, uma coisa é certa: eles investem tempo, esforço e dedicação semelhantes aos atletas tradicionais. A vida de um atleta é rigorosa, exigindo treinamento constante, trabalho em equipe e disciplina, e trabalha tanto quanto um empresário do ramo de equipamentos florestais, por exemplo. 

Muitos jogadores treinam por horas todos os dias, aprimorando suas habilidades, estudando estratégias de jogo e mantendo-se em forma física para sustentar o alto nível de desempenho requerido. Vale ressaltar que os atletas de E-sports enfrentam pressões psicológicas semelhantes às de atletas tradicionais. 

A competição é intensa, e os jogadores frequentemente enfrentam desafios como o estresse da competição, o medo do fracasso e a necessidade de manter o foco durante longos períodos de jogo. Muitas equipes de E-sports agora têm psicólogos esportivos em suas equipes de apoio para ajudar os jogadores a lidar com esses desafios.*

O Caminho para o Estrelato nos E-sports

O caminho para se tornar um atleta de E-sports de sucesso é semelhante ao de um atleta tradicional. Começa com a paixão pelo jogo e a prática constante. À medida que os jogadores aprimoram suas habilidades, eles muitas vezes se juntam a equipes amadoras e participam de torneios locais e online. 

O desempenho nessas competições pode atrair a atenção de equipes profissionais, que podem oferecer contratos a jogadores talentosos. No entanto, o sucesso nos E-sports não é apenas sobre habilidade. Os jogadores também precisam construir sua marca pessoal, interagir com os fãs e atrair patrocinadores. 

Ter uma presença sólida nas redes sociais, fazer streaming de suas partidas e participar de eventos ao vivo são todas estratégias comuns para aumentar a visibilidade e a renda dos jogadores.

Os E-sports como um Negócio em Crescimento

O mundo dos E-sports não se resume apenas aos jogadores; trata-se também de um setor em crescimento nos negócios. Equipes de E-sports, organizações de torneios e plataformas de streaming estão gerando receitas significativas, assim como geraria um negócio de demolição mecânica, por exemplo.

Patrocinadores e investidores agora veem os E-sports como uma oportunidade de mercado em expansão, e grandes empresas estão entrando no espaço, trazendo consigo financiamento e recursos.

Além disso, a popularidade dos E-sports não mostra sinais de desaceleração. Os eventos de E-sports atraem milhões de espectadores online e offline, rivalizando com as principais ligas esportivas tradicionais. A venda de ingressos, a publicidade e os direitos de transmissão são todas fontes significativas de receita.

Conclusão

À medida que a ascensão dos E-sports continua, é claro que estamos testemunhando a transformação de uma subcultura nerd em uma indústria global e lucrativa. Os atletas de E-sports provaram que o jogo é muito mais do que apenas uma atividade de lazer; é um caminho legítimo para o sucesso profissional. 

Com o investimento contínuo, a inovação tecnológica e o aumento da conscientização, os E-sports estão destinados a alcançar novas alturas e a inspirar a próxima geração de competidores.

Assim como um pallet de madeira é a base sólida que suporta a carga de produtos em um armazém, os avanços e os esforços contínuos na indústria dos E-sports são a base sólida que sustenta o crescimento e a evolução desse setor emocionante.

Portanto, é hora de reconhecer e celebrar os atletas dos games, pois eles estão escrevendo um novo capítulo na história dos esportes. Os E-sports não são apenas uma tendência passageira, mas uma força duradoura que está moldando o cenário esportivo moderno de maneiras emocionantes e inovadoras.

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