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Immortals e INTZ garantem vitórias simples no encerramento do primeiro turno do Brasileirão Rainbow Six 2019

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Duas partidas equilibradas, com equipes brigando para se distanciarem da lanterna do campeonato, encerraram o primeiro turno do Brasileirão Rainbow Six 2019. Neste domingo (03), a Immortals conseguiu melhorar a sua situação no torneio ao derrotar a paiN Gaming por 1 a 0. Já o INTZ encontrou dificuldades, mas contou com uma bela reação para vencer a ReD DevilS, também por 1 a 0.

Com o resultado, os Intrépidos passarão a pausa do BR6 confortáveis, pois ultrapassaram a Ninjas in Pyjamas e estão na terceira colocação, com dez pontos. Já a Immortals respirou aliviada com a vitória e garantiu a sexta colocação com cinco pontos, abrindo uma diferença de dois para os últimos colocados, ReD e paiN, respectivamente.

Agora, o Brasileirão faz uma pausa para o Six Invitational 2019, no Canadá, torneio mais importante do cenário competitivo de Rainbow Six. Os fãs poderão acompanhar todas as emoções do Six Invitationalao vivo pelos canais oficiais do Rainbow Six Esports Brasil na Twitch

 e no YouTube

Preparados para o Six Invitational – Immortals 1 x 0 paiN Gaming

No primeiro jogo do dia, a Immortals, escalada com Daniel “Novys1” Coelho, José “BULLET1” Victor, Jaime “cyb3ra” Ramos, Matheus “pX” Freire e Lucca “MKing” Coser, venceu a paiN Gaming, composta por Guilherme “Revol1Tz” Constancio, David “SpwNs” Couto, Gabriel “gabriloSS” Calixto, Gabriel “fk1” de Sousa e Gabriel “gCR” Teixeira.

No mapa Fronteira, escolha da Immortals, a disputa começou equilibrada, com as duas equipes trocando vitórias nos rounds, até chegar em 3 a 3. Após disputa acirrada, os Imortais conseguiram impor o seu jogo para chegar ao map point, em 6 a 4. Mas a paiN não se abateu e correu atrás do resultado, garantindo o empate em 6 a 6.

Já no mapa Consulado, escolha da paiN Gaming, a Immortals garantiu o primeiro round com um ótimo trabalho de Lucca “MKing” Coser jogando com o operador Echo. Mantendo a estratégia, conseguiram impedir que a paiN conseguisse fazer o plant do desativador nos outros três rounds. O time de Gabriel “gCR” Teixeira tentou demonstrar uma reação, mas viu a sua adversária, novamente, anular seus planos. Mantendo o forte jogo coletivo, os Imortais fecharam a partida em 7 a 1.

Maheus “pX” Freire, jogador da Immortals, valorizou o resultado e a atuação no segundo mapa, porém admite que ainda há o que aprimorar: “Eu não considero uma vitória boa, porque a gente pode ser melhor do que jogamos hoje. Pecamos no primeiro mapa, ficando à vontade e deixando eles empatarem. No Consulado, conseguimos aplicar uma estratégia bem melhor, mesmo que a parte defensiva não tenha sido tão boa, pois ganhamos com pouco tempo e inferioridade numérica. Nunca é bom ganhar um round assim. Vamos trabalhar para consertar isso”.

Ele ainda comentou sobre o Six Invitational 2019 e mandou um recado para aos fãs da Immortals e do Rainbow Six brasileiro: “Quero deixar a torcida confiante, porque também estamos. O nosso grupo é difícil, ninguém sabe quem passa. Mas estamos esperançosos e otimistas no nosso trabalho. Vamos dar o melhor para passar de fase, e chegar até em uma final, quem sabe, brasileira. Mas podem ficar tranquilos, pois o Brasil está bem representado lá fora”.

Já Gabriel “fk1” de Souza, da paiN Gaming, falou sobre as falhas cometidas e o que melhorar para que não aconteçam novamente: “Nos dois mapas tivemos erros semelhantes: a execução do plant e a finalização do round. No Consulado, enquanto atacávamos, nós conseguíamos fazer o open kill, e mesmo com superioridade numérica, perdemos algumas rodadas porque faltou justamente iniciar odesativador. Temos que consertar esses últimos segundos, trabalhar mais o desenvolver do round, para não sofrer com isso outra vez”.

Intrépidos alcançam o top 3 – ReD DevilS 0x1 INTZ

Finalizando a noite, a ReD DevilS, formada por Felipe “Abreu” Silva, Gabriel “VelveT” Stédile, Vitor “vittZZZ” Ruiz, Dyjair “mity” Soares, Vinicius “Vnx” Mello, tentou resistir, mas acabou derrotada pelo INTZ, escalado com Lucas “yuuK” Rodrigues, Thiago “bor” Borinelli, João “DRUNKZZ” Giordano, Eduardo “Dudds” Torassi e Vitor “IntacT” Janz.

No mapa Oregon, escolha da ReD DevilS, o INTZ começou demonstrando força e parecia que teria caminho fácil. Com duas belas eliminações de Lucas “yuuK” Rodrigues, abriu 2 a 0. Mas a ReD reagiu e conseguiu igualar o marcador. Com o confronto equilibrado e de alto nível, as equipes foram trocando round a round e fecharam o placar com um empate em 6 a 6.

No mapa Litoral, a ReD DevilS não tomou conhecimento da defesa do INTZ, e com um ataque sólido conseguiu abrir 4 a 0. Mas os Intrépidos não se deram por vencidos e correram atrás do prejuízo. Com o jogo coletivo muito forte e ótimas jogadas de Vitor “IntacT” Janz, viraram a partida: 7 a 5 no mapa e 1 a 0 no jogo.

Destaque da ReD DevilS, Gabriel “VelveT” Stédile, analisou a comunicação interna da equipe durante a disputa: “No primeiro mapa começamos motivados, mas desanimamos um pouco. No segundo, eu falava que podíamos vencê-los, que temos potencial e, com isso, abrimos 4 a 0. Mas por conta de um erro de comunicação, perdemos um round e tudo começou a desandar. Quando tomamos o empate, eu disse que o jogo não tinha acabado. Conseguimos marcar mais um ponto, mas, em seguida acabamos derrotados. Foi um aprendizado, algo para não repetirmos mais”.

Vitor “IntacT” Janz, capitão do INTZ, analisou o trabalho da equipe e a virada no segundo mapa: “De modo geral, acredito que foi um bom desempenho. Não tínhamos como estudar o trabalho deles na Oregon, porque fazia tempo que não jogavam. Já no segundo confronto, foi conforme o planejado. Com os nossos bans, sabíamos que a defesa seria mais complicada. Tínhamos como meta virar 4 a 2, e foi o que aconteceu. Com isso, no ataque, estávamos mais confortáveis e conseguimos somar cinco rounds em sequência e depois só finalizar o resultado.

 

Ele ainda explicou como consegue tantas eliminações com granada, até o início da rodada ele era o líder do quesito, com cinco: “Eu jogo com operador que tenha granada desde a primeira temporada, ou seja, três anos. E com isso conheço todos os mapas por completo. Sempre que vem um novo, eu o estudo e vejo todas as possibilidades. Litoral é o meu mapa favorito, e foi onde consegui mais eliminações com granada contra a ReD. Então foi tudo estudado e esperado”.

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eSports

Nobru participa do Favela Gaming e leva tecnologia, games e oportunidades para periferias

Pandora Nana

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O universo gamer brasileiro já deixou de ser apenas entretenimento há muito tempo. Hoje, ele movimenta carreiras, influencia a cultura pop, cria negócios milionários e abre portas para milhares de jovens que enxergam nos games uma oportunidade de transformar suas vidas. E poucos nomes representam isso tão bem quanto Nobru.

O influenciador e campeão mundial de Free Fire participa, neste mês, da nova temporada do Lab Móvel, iniciativa do Favela Gaming que leva tecnologia, aprendizado e oportunidades para comunidades brasileiras. Mais do que um evento gamer, o projeto se tornou um símbolo de como os esports e a inclusão digital podem impactar diretamente a realidade das periferias.

Com ações em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, o Lab Móvel reforça uma tendência cada vez mais evidente: o futuro da indústria gamer brasileira passa pelas comunidades.


Nobru e Favela Gaming: quando os games se tornam ferramenta de transformação

A participação de Nobru no projeto carrega um peso simbólico importante. O influenciador conhece de perto a realidade das periferias e frequentemente usa sua própria trajetória como exemplo de como os games podem abrir caminhos antes considerados impossíveis.

Durante sua participação no Lab Móvel, em Jardim Peri, na zona norte de São Paulo, Nobru destacou justamente a importância do acesso. Segundo ele, talento sempre existiu nas quebradas, mas faltavam oportunidades reais para transformar potencial em carreira. Essa conexão direta com o público é um dos motivos que fazem o criador de conteúdo ser tão relevante dentro e fora do cenário competitivo.

O Favela Gaming nasceu da parceria entre Final Level Co, YouTube Gaming e Gerando Falcões, com o objetivo de democratizar o acesso à indústria dos games e da tecnologia. Em três anos, o projeto já impactou mais de 60 mil jovens e suas famílias, oferecendo aulas, capacitação e experiências ligadas ao universo gamer.

E o mais interessante é que a iniciativa vai muito além do entretenimento. O projeto utiliza os games como porta de entrada para discutir educação digital, mercado de trabalho, empreendedorismo e novas profissões ligadas à economia criativa.


A periferia se tornou uma potência dentro do cenário gamer brasileiro

Durante muito tempo, o mercado de games no Brasil parecia distante da realidade das periferias. Consoles caros, computadores de alto desempenho e internet limitada criavam barreiras enormes para boa parte dos jovens brasileiros. Mas isso começou a mudar com o crescimento dos jogos mobile.

Fenômenos como Free Fire ajudaram a democratizar o acesso aos esports no país. Bastava um celular simples para entrar em partidas competitivas, consumir conteúdo gamer e fazer parte da comunidade online. O resultado foi uma explosão cultural que transformou o cenário brasileiro.

Foi justamente nesse contexto que Nobru surgiu como um dos maiores nomes dos esports nacionais. Sua trajetória saiu das comunidades e alcançou o topo do cenário competitivo mundial, transformando o influenciador em uma referência para milhões de jovens que se enxergam em sua história.

Hoje, o impacto das periferias dentro da cultura gamer brasileira é impossível de ignorar. Streamers, pro players, criadores de conteúdo e influenciadores vindos das comunidades dominam audiência, engajamento e tendências nas redes sociais. O universo geek brasileiro ficou mais diverso, mais acessível e muito mais conectado com a realidade da juventude periférica.


Lab Móvel mistura games, tecnologia e Inteligência Artificial

Um dos pontos mais interessantes do Lab Móvel é justamente a combinação entre entretenimento e formação profissional. O projeto leva para as comunidades uma estrutura completa com computadores gamers, PlayStation 5, área mobile, mini torneios de Free Fire e experiências voltadas ao universo digital.

Mas o foco não está apenas em jogar. A proposta também inclui oficinas de Inteligência Artificial, letramento digital e bate-papos com profissionais da indústria gamer e tecnológica. Essa mistura mostra como o setor de games deixou de ser apenas lazer e passou a funcionar como um verdadeiro ecossistema profissional.

Para muitos jovens participantes, o contato com IA, programação, produção audiovisual ou criação de conteúdo acontece pela primeira vez dentro desse tipo de iniciativa. Isso cria novas perspectivas de carreira e amplia horizontes profissionais para além do sonho de se tornar jogador competitivo.

Outro ponto importante é que projetos como esse ajudam a reduzir uma barreira histórica: o acesso à tecnologia. Em um cenário onde a transformação digital acontece cada vez mais rápido, oferecer esse contato prático com ferramentas modernas pode fazer diferença real no futuro desses jovens.


O mercado gamer virou uma porta de entrada para novas profissões

A indústria dos games já movimenta bilhões ao redor do mundo e segue crescendo ano após ano. No Brasil, o setor se tornou uma das áreas mais promissoras da economia digital, impulsionando carreiras que vão muito além dos campeonatos de esports.

Hoje, o ecossistema gamer envolve diversas profissões:

  • streamers
  • editores de vídeo
  • designers
  • programadores
  • narradores de campeonatos
  • social media
  • desenvolvedores
  • produtores de eventos
  • influenciadores digitais

Isso significa que jovens das periferias podem encontrar diferentes caminhos dentro desse mercado. E o mais importante: muitos deles já começam consumindo games diariamente, o que cria uma conexão natural com o setor.

O próprio Favela Gaming aposta nessa visão mais ampla da indústria. A iniciativa atua nos pilares educacional, competitivo e sociocultural, mostrando que os games podem funcionar tanto como entretenimento quanto como ferramenta de inclusão econômica.

Além disso, a ascensão de criadores de conteúdo vindos das comunidades reforça uma mudança importante na cultura digital brasileira. O público não quer apenas grandes celebridades inalcançáveis: ele busca pessoas reais, com histórias próximas da sua realidade.


Nobru ultrapassou os esports e virou referência cultural

Embora tenha ficado conhecido mundialmente por sua trajetória no Free Fire, Nobru já ultrapassou há muito tempo o papel de pro player. Hoje, ele é empresário, influenciador, criador de conteúdo e uma das figuras mais relevantes do entretenimento gamer nacional.

Além de ser cofundador da organização Fluxo, Nobru também atua em diferentes empreendimentos ligados ao universo digital e ao lifestyle. Sua presença nas redes sociais ultrapassa 36 milhões de seguidores, consolidando seu alcance muito além da comunidade gamer.

O reconhecimento também chegou ao mercado tradicional. A presença do influenciador na lista Forbes Under 30 mostra como os games passaram a ocupar um espaço relevante dentro da economia criativa brasileira.

Mas talvez o principal diferencial de Nobru seja justamente sua autenticidade. Ele continua conectado às suas origens e frequentemente utiliza sua influência para incentivar jovens periféricos a acreditarem no próprio potencial.

Essa identificação ajuda a explicar por que sua participação no Favela Gaming gera tanto impacto. Para muitos jovens, ele representa a prova concreta de que é possível transformar games em carreira, oportunidade e mudança de vida.


O futuro dos games no Brasil passa pelas periferias

Durante anos, o mercado gamer brasileiro focou principalmente no consumo. Agora, o cenário começa a mudar. As periferias estão deixando de ser apenas audiência e passando a ocupar espaço como protagonistas da indústria.

Projetos como o Favela Gaming ajudam a acelerar esse movimento ao conectar juventudes periféricas com tecnologia, capacitação e oportunidades concretas dentro da nova economia digital.

O crescimento do mobile gaming, dos criadores de conteúdo independentes e da cultura dos esports mostra que o acesso aos games nunca foi tão democrático. E isso cria espaço para revelar novos talentos em diferentes áreas do setor.

Mais do que formar jogadores profissionais, iniciativas como o Lab Móvel ajudam a construir autoestima, ampliar repertório digital e criar possibilidades de futuro para jovens que muitas vezes não tiveram acesso a esse universo.

No fim das contas, talvez esse seja o maior impacto dos games atualmente: não apenas divertir, mas também transformar vidas.

E aí, você acredita que os games podem mudar o futuro das periferias brasileiras? Me conta sua opinião e aproveita para acompanhar mais conteúdos sobre cultura gamer, esports e universo geek no meu Instagram: @pandora.nana

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Além da Capital: EP Games coloca o interior paulista na rota dos e-sports

Pandora Nana

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O eixo Rio-São Paulo sempre foi o coração pulsante dos eventos de games no Brasil, mas o cenário está mudando. Com o anúncio do EP Games, que acontece entre os dias 15 e 18 de janeiro no Iguatemi Campinas, o interior paulista prova que não quer mais ser apenas um espectador das grandes feiras. Realizado pelo Grupo EP (afiliada Globo), o evento nasce com a proposta de democratizar o acesso à cultura geek e consolidar Campinas como um polo estratégico de negócios e entretenimento gamer.

O peso do cenário competitivo: Do CS2 ao Free Fire

Muito além de uma feira de exposição, o EP Games chega com um calendário competitivo agressivo. O destaque fica para a final sul-americana do Rematch e a final do Circuit X de CS2 Feminino, reforçando o compromisso com a diversidade no cenário profissional.

A confirmação de gigantes como MIBR, W7M, Vivo Keyd Stars e Fluxo eleva o patamar do festival. Não é apenas um “encontro de fãs”, é um ambiente onde equipes de elite estarão presentes em painéis e ativações, como o MIBR Rap Club, unindo música e e-sports em uma linguagem que o público do interior raramente vê de perto sem precisar viajar até a capital.

Cultura Geek e Acessibilidade: O diferencial do festival

O evento não esquece as raízes da cultura pop. Com a presença de Guilherme Briggs, um dos maiores nomes da dublagem nacional, e um campeonato de cosplay aberto ao público, o EP Games tenta abraçar todas as facetas do público geek.

Mas o ponto que merece atenção analítica aqui é o investimento em inclusão social e acessibilidade. Destinar 10% da bilheteria para jovens de escolas públicas e garantir intérpretes de Libras em todas as atrações não é apenas um “plus”, é uma necessidade em um mercado que muitas vezes se torna elitizado. No seu texto, vale pontuar como eventos regionais podem ser mais eficientes em promover essa inclusão do que as megafeiras saturadas.

Negócios e imersão: O game além da tela

A parceria com a Garena e a presença da Mont (maior loja de card games da América Latina) mostram que o festival tem lastro comercial. A pauta também deve explorar a palestra sobre o poder imersivo dos Escape Rooms e as dinâmicas de ARG (Alternate Reality Game), discutindo como a linguagem dos videogames está transbordando para o “mundo real” e transformando shopping centers em centros de experiência viva.

Um novo marco para o setor

O EP Games não é apenas mais um evento no calendário; é um teste de força para o mercado de games fora das capitais. Se o Grupo EP conseguir entregar a imersão prometida, Campinas pode se tornar a nova casa de grandes anúncios e finais de campeonatos. No fim do dia, quem ganha é o fã, que finalmente vê a “indústria do futuro” bater à porta de casa.

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Valorant Game Changers Championship

Pandora Nana

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O Valorant Game Changers Championship começa nesta terça-feira (28) trazendo as 8 melhores equipes inclusivas do cenário e temos a Team Liquid representando o Brasil. 

Confira as 8 equipes classificadas aqui

  • BBL Queens (EMEA)
  • G2 Gozen (EMEA)
  • Evil Geniuses GC (NA)
  • Shopify Rebellion (NA)
  • Tema Liquid Brazil (Brasil)
  • KRU Blaze (LATAM)
  • Team SMG (APAC)
  • Chac Hui EDG (China)

Deixando claro que o cenário de valorant principal é um cenário misto, porém, poucas mulheres fazem parte, deixando suas participações focadas no cenário inclusivo, junto com mulheres trans e pessoas não binárias.

Nossa representante brasileira, a Team Liquid, teve alguns altos e baixos neste ano de 2023, mas se consagrou campeã do Game Changers Brasil pela terceira vez seguida e conseguindo a classificação para o mundial. Ano passado o time chegou ao top 3, perdendo para a G2 no caminho, que foi o time campeão. No entanto, os dois times tiveram grandes mudanças e podem alterar seus destinos nesse Game Changers. A vinda de Isa, Bizerra e Joojinha, que se juntaram à Daiki e Bastarda, mostrou que a Liquid não está nem um pouco para brincadeira e querem esse título, principalmente com o mundial acontecendo aqui na nossa casa, no estúdio da Riot Brasil em São Paulo. Não só isso, mas essa rixa já começa logo no primeiro game da GC com Team Liquid x G2 às 14h no dia 28/11.

Apesar da Team Liquid ser a equipe brasileira, também contamos com a player Shyz, jogadora da KRÜ Blaze que já jogou ao lado da Bizerra quando elas estavam na TBK Esports.

Abaixo alguns detalhes do VALORANT Game Changers Championship 2023

Formato

  • Formato de eliminação dupla; 
  • Todas as partidas são em MD3, com exceção da final da chave inferior e da grande final; 
  • Chave inferior e final são em MD5; 

Premiação

  • 1° lugar: US$ 180 mil
  • 2° lugar: US$ 100 mil
  • 3° lugar: US$ 80 mil
  • 4° lugar: US$ 50 mil
  • 5/6° lugar: US$ 25 mil
  • 7/8° lugar: US$ 15 mil

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