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Análise – Monster Hunter: World

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Depois de 12 anos depois do lançamento do último jogo da franquia Monster Hunter para console, no começo desse ano (2018) temos a volta triunfal do jogo. Leia abaixo a nossa impressão de Monster Hunter: World.

Monster Hunter – Mudanças

Antes de começarmos a falar do jogo,  vale lembrar que a série Monster Hunter passou por algumas mudanças, já que era um jogo voltado para um público de nicho. O Objetivo da Capcom mudou algumas coisas no jogo, mas o mais importante que a jogabilidade ela manteve quase que inalterada. No começo você pode até achar a jogabilidade é ruim, mas não se engane, a jogabilidade é até que então complexa no primeiro momento só que aos poucos você vai vendo que não é isso. No jogo podemos andar, correr, atacar, pular, esquivar, usar itens e além de poder fundir matérias para criar armamentos e armaduras para o seu personagem. Tudo isso e mais um pouco fazem com que o gameplay de Monster Hunter: World seja completo em questão de movimentos. Um único problema que você vai perceber é que os controles bem de vez em quando demoram alguns segundos para responder ao seu comando, isso acontece com muita raridade, porém quando acontece pode significar a perda de uma batalha contra um monstro. Outra coisa que vale lembrar é a dificuldade do jogo que é alta, e o pior, não podemos diminuir ela, para muitos dos veteranos da franquia o jogo pode ser até simples, mas os novatos podem ter um pouco de trabalho no começo.

Podemos dizer que desde o primeiro Monster Hunter, lançado oficialmente no Playstation 2, os gráficos sempre foram belos, e no World não é nada diferente. Temos um dos jogos mais belos do console, com gráficos muito bonitos e com uma qualidade e velocidade de renderização muito boa. O medo era que para os consoles de entrada da nova geração, como o Playstation 4 e o Xbox One, o jogo ficaria muito diferente da versão normal para as versões premiums(PS4Pro, XOneX). Mas isso foi algo que a Capcom soube trabalhar muito bem, pois obviamente temos uma melhora gráfica, principalmente com as sombras e algumas texturas estão melhores. Ou seja, você tendo um console de entrada vai conseguir desfrutar dos belíssimos gráficos que Monster Hunter: World tem a oferecer. Abaixo separamos um vídeo de comparação entre o jogo rodando no Playstation 4 e no Playstation 4 Pro. Só vendo você pode tirar suas próprias conclusões:

Uma coisa que decepciona por enquanto é a conexão do jogo, podemos jogar MHW em coop com até 16 jogadores, mas nas missões só podemos ter ajuda de mais 3, isso seria maravilhoso se a conexão online do jogo não fosse HORRÍVEL. Nos primeiros dias de lançamentos os servidores estavam totalmente irregulares, mas até já era de se esperar, já que nos primeiros dias o jogo vendeu aproximadamente de 5 milhões de cópias, algo que até a própria empresa não estava esperando. O fato é que os servidores até hoje estão danificados, muitas vezes tentamos convidar diversos players para jogar em party e em quase 98% das vezes deu erro na hora de entrar. E sem contar nos loadings que demoram bastante. Mas o bom é que a Capcom já anunciou que irá melhorar os servidores para que os jogadores conseguissem jogar com uma maior tranquilidade.

História

Falar de histórias em jogos do tipo Monster Hunter é meio complicado, já que o jogo se foca quase que exclusivamente no combate e na exploração do Novo Continente (como é chamado o mundo em que MHW se passa). Vemos o nosso personagem ingressar em um grupo onde o foco é caçar e matar monstros, e o nosso objetivo no jogo é esse, caçar e matar. No final das contas quase que ninguém vai reparar na história e muito menos a sua qualidade, quando se temos vários monstros para matar, prestar atenção em outra coisa fica um pouco complicado. Apesar de tudo, senti falta de no mínimo uma história de fundo um pouco mais trabalhada junto com um enredo mais bem feito.

Idioma

Outro fator bacana para nós da terrinha do pau Brasil, é que o jogo está com legendas e interfaces totalmente em português do Brasil, sendo assim o primeiro jogo da franquia a trazer algo do tipo.

Vale a pena?

Monster Hunter World tem os seus pontos fracos, mas no final da conta consegue entregar tudo o que prometia e ainda um pouco mais, com pequenos problemas o jogo está caminhando para ser um dos jogos mais bem avaliados pela crítica e pelo público dos últimos anos.

Confira o trailer do jogo logo abaixo:

Monster Hunter: World já está disponível para Playsation 4 e Xbox One.

O jogo foi testado em um Playstation 4 e foi fornecido pela Capcom para ser realizada a análise.

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Amante cinematográfico, adorador de música, games e viciado em Star Wars, um amor que nunca será entendido. Em seu tempo livre gosta de comer, ler e ficar procurando um jeito de viajar para uma galáxia muito distante.

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Bloodborne | Review

Renildo Souza

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Bloodborne ou digamos “filho espiritual” de Dark Souls, Vêm para completar e dar uma vida nova para From Software. Não de agora que muitos jogadores não chegam nem tocar nos games do grande Hidetaka Miyazaki, pela sua dificuldade e sim, Bloodborne é um deles.

Bloodborne-The-Old-Hunters-Caçador

Bem-vindo ao lar bom caçador!

A noite chega e nisso chegamos como um caçador (qual você escolherá o nome), e logo no início do game o protagonista recebe uma transfusão de sangue onde somos levados para “Yharnam”, uma cidade gótica e em ruínas.

Você é um forasteiro nesse lugar decadente onde tudo parece girar em torno da Igreja da Cura, uma instituição que descobriu a muito tempo atrás um método místico de cura através do sangue. Mas o abuso dessa cura transformou a maioria das pessoas em bestas. Cabe você o “caçador” ir em busca desse tal “Sangue de cura”, e terá que enfrentar a famosa noite de Caçada, onde os Caçadores dizimam as bestas que tomaram conta de Yharnam.

Noite de Caçadas!

A história do game não vai te fazer chorar, mais pode te fazer pensar e muito. A pegado do game é forte, com a inspiração na Era Vitoriana. O game não chega instigar o jogador pois as custsenes são raras e não temos nenhum personagem marcante por assim dizer. Mais o game age de uma forma que vai prender você, pois como um RPG, montamos nosso personagem e isso faz um elo do jogador com o tal “caçador” e faz você se importar e se aprofundar na história do game, com missões, buscas de itens e até mesmo masmorras a serem exploradas.

Nova Mecânica? Não muito, mais boa!

O título “Blood”borne, faz jus ao game, pois praticamente tudo é em base do seu sangue! Sim isso mesmo sangue! Vamos usar o exemplo mais fácil: pegamos dark souls e trocamos as famosas “Souls” e trocamos por sangue. O sangue faz o jogo funcionar, é com ele que você compra itens, faz upgrades em suas armas e em você assim subindo de level. Ele vai desde moeda do game até o próprio item de cura que são os Frascos de sangue.

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Montando o personagem:

O game tem um sistema de criação de personagens bem bacana, pois em vez de montar uma classe, escolhemos o background do personagem onde escolhemos: veterano de guerra, passado cruel e assim somo moldados no início pois após isso podemos modificar todos os pontos então você pode começar como guerreiro e termina como um mago numa boa.

Upgrades e experiência:

Ao matar as feras assim chamadas no game, ganhamos ecos de sangue e não pensa que isso é eterno e poderá farmar quanto quiser, não senhor! Se o jogador morrer, os ecos de sangue ficam no local da sua morte; o jogador pode ir buscá-los de novo a esse ponto. No entanto, se o jogador morrer de novo durante o caminho para recuperar os ecos de sangue, eles somem definitivamente. Os ecos de sangue também podem ser capturados por outros oponentes, identificados por olhos de cor roxo.

Após enfrentar um chefe, pode ficar tranquilo pois é só acender a lanterna viajar até o “Sonho do caçador” que funciona como Firelink ou Majula da série Souls, onde podemos ficar seguros, fazer upgrades, comprar itens e até mesmo upar seus levels.

Bloodborne já diz: “A melhor defesa é um bom parry”.

O combate do Game á sim diferente, é muito mais rápido e brutal pois ao lutar com as feras ficamos inteiros sujos de sangue e até mesmo os sons são brutal da carne rasgando! O personagem é bem mais ágil por conta que aqui não existe armaduras e sim roupas (muito estilosas por sinal), até mesmo a estamina regenera mais rápido e não precisando gerenciar ela tão focadamente.

Ao enfrentas nossos inimigos e levar um Dano, a barra de HP não acaba simplesmente e abaixa e deu. O jogo te dá uma chance de recuperar o HP perdido. Onde em um curto período de tempo (a barra de vida fica laranja) para contra-atacar o inimigo. Sendo assim, a quantidade de HP drenada poderá ser recuperada.

Mais a mudanças radical é que aqui o jogo substitui os escudos preciosos por armas de fogo. Onde o game fica bem mais ofensivo já que não podemos defender com elas, mais o principal motivo dela existir é pode ser usada para atordoar os inimigos, seguido por um ataque crítico com a arma corpo-a-corpo do jogador (famoso Parry).

O arsenal aqui não é tão grande quanto da série Souls, mas as opções são muito mais relevantes e criativas, já que cada arma apresenta duas formas de combate.Isso faz das lutas algo ainda mais estratégico e dinâmico, dando novos ares pra uma fórmula que já estava à beira do desgaste.

Gráficos lindos e Sons muito belos!

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A qualidade gráfica de Bloodborne é indiscutível. Os cenários e ambientação obscura, incrível e bem detalhada. As roupas são bem estilosas com belas capas e cartolas e as armas tem seu brilho próprio. Os inimigos são bem desenhados e os chefes são muito fodas. Onde até as penas e o pelos são bem-feitos. mesmo quando se misturam com o sangue da batalha.

A parte sonora não fica por isso, mesmo com pouco dialogo o game tem uma boa dublagem (mesmo todos tendo voz de radialista). As músicas são fodas, épicas e grandiosas e os efeitos sonoros são como o game, Brutal.

Multyplayer & Conteúdo extra!

O game ainda apresenta um modo multyplayear de até 3 jogadores online, para se aventurar pela fodastica Yharnam. Você também pode contrar mensagem no chão. Isso pode te ajudar ou pode te fazer morrer. Mais nada como sumonar mais 2 amigos para enfrentar um chefe não é mesmo?

O game ainda apresenta uma DLC, lançada um tempo atrás chamada “The Old Hunters”, onde voltamos ao game para enfrentar novos inimigos, chefes e até mesmo caçadores.

Bloodborne

Não só de acertos vive Bloodborne

Bloodborne infelizmente peca em detalhes bobos que atrapalha a experiência. Os loading do jogo são extremamente demorados e acontece a todo momento. Às vezes você está fazendo uma passada rápida por cenários, e isso vai fazer você pegar umas 4 telas de loading bem demoradas.

Durante a jogatina o game apresenta queda de quadros, deixando o jogador meio desesperado com o controle na mão. Mais isso não chega atrapalhar se você jogou Dark Souls em Blightown.

Estranho ao ponto de amar e parecido ao ponto de odiar!

Não tem como negar que a franquia Souls vive forte em Bloodborne. Mais o game consegue se destacar e ter seu próprio nome. Bloodborne é game para poucos e cabe somente você ser capaz e não o game. E você tem coragem?

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Review (Clássicos) – Rule of Rose

Renildo Souza

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Rule of Rose! o game que virou destaque entre os gamers que curtem games de terror e hoje trago a “analise” completinho do game pra vocês.

História:

O jogador controla a jovem e tímida Jennifer, uma garota de 19 anos, de espirito fraco são aquele tipo de pessoa, que tudo está bem, mesmo que isso a incomode ela não ira lutar a respeito, que vai num ônibus noturno onde há apenas um outro passageiro, um rapazinho que a acorda e lhe pede que lhe conte o que acontece a seguir na história, entregando-lhe um livro velho em branco chamado (A Pequena Princesa). O título do livro é uma alusão a algo que é dito na introdução do jogo sobre uma menina órfã que tinha uma amiga que sempre a acompanhava e que se chamava “princesa das rosas vermelhas”. Antes de Jennifer ter tempo de reagir, o Ônibus para, o rapaz sai e ela persegue-o até chegar a uma mansão abandonada, a qual é na verdade um orfanato, chamado Rose Gardenjenniferhand

Jennifer faz várias descobertas dentro do orfanato, apercebendo-se que este é controlado por um clube de crianças psicopatas chamado Red (Aristocratas do Giz de Cera Vermelho), cuja figura principal é a cruel e manipuladora Diana, que ocupa a posição de duquesa e é também conhecida como (a princesa enérgica).

A líder do grupo é Wendy, a Princesa das Rosas, uma menina de aparência frágil e inocente que se virá a descobrir ter uma ligação muito forte ao passado de Jennifer. Eleonor é a condessa ou princesa fria, sendo de a personagem a mais enigmática, carregando constantemente consigo uma gaiola vazia. Ocupado o último cargo do ranking encontra-se a baronesa Meg, também conhecida como a princesa de aparência sábia, uma menina egocêntrica responsável pelas técnicas de tortura que vimos. Meg se julga quase perfeita mais perfeição para ela é a Diana onde ela escreveu uma carta de amor a Diana, por quem continua a sentir um grande fascínio e atração (Ai tu pensas, caralho Renildo é impressão minha ou a Meg é Lesbica? Sim, ela é e esse foi um dos motivos do game sofre polemica e criticas).

Por fim, ocupando o ranking mais baixo do grupo das “Aristocratas do Giz de Cera Vermelho”, para além da própria Jennifer, encontramos ainda as personagens Como: Amanda, ahhh essa menina meu irmão uma Garota perturbada e com excesso de peso que é alvo de humilhações por parte das outras crianças e Clara, que tem alcunha de princesa assustada, de quem se suspeita um passado de abusos sexuais da parte de Sr. Hoffman, o diretor do orfanato onde aí surgi uma das teorias do game
No orfanato ainda existe mais pessoas, como meninos eles não são constantes ligados, ao clube e alguns adultos como o diretor que já citei e até uma cozinheira do orfanato Martha que é a que mais se preocupa com as crianças nada muito profundo para não ocorrer spoiler!
E temos o companheiro de Jeniffer Brown, o cão que Jennifer salva depois de um evento perturbador num dirigível, onde sob ameaça de morte ela é obrigada a participar no jogo. Brown é um fiel labrador que tem uma importância central na história deste jogo surreal e que não só ajuda Jennifer a localizar itens, como também a distrair os monstros que ela encontra o famoso dog Zica1685

Curiosidades:

Polemica: este jogo causou inúmeras polémicas. Isso deveu-se à abordagem de temas como a crueldade e sadismo infantil, pedofilia, sexualidade infanto-juvenil, sadomasoquismo e violência contra animais. O jogo foi proibido na Inglaterra, inquéritos foram abertos na União Europeia e o Ministério da Educação da Polónia proibiu a sua venda por mostrar crimes contra animais feitos por crianças.
Pontos não esclarecidos em Rule of Rose:
Jennifer sonhadora?
Nada é claramente comprovado com relação a Jennifer estar sonhando ou não, alguns acreditam que ela estaria se vendo como adulta, que ela seja um fantasma ou a versão de que ela esteja sonhando.

Jennifer com Gregory
Após o acidente de dirigível que matou os pais de Jennifer não seria mais apropriado ela ser levada pelas autoridades ao invés de ficar com Gregory, esta parte não foi esclarecida, mas acredito que Jennifer tenha sofrido o acidente e caminhado pela floresta se perdendo e Gregory a salvou quando achou ela.

A localidade
Como a história claramente foi baseada no acidente do dirigível R101 eu assumi que o local seria na Inglaterra e Jennifer embarcou no dirigível saindo de Cardington para a Índia.

O pássaro vermelho
Sobre a história do pássaro fica no ar se o pássaro estava vivo ou não já que estamos em um sonho cheio de memórias profundas do passado de Jennifer, pode ser que o pássaro era vivo e foi assassinado pelas outras meninas do grupo e o boneco de pano representa a censura que Jennifer constantemente faz ao bloqueio de coisas ruins que ela não gostaria de lembrar.

Os misteriosos desaparecimentos de Hoffman, Martha e Clara
Evidências achadas em anotações indicam que estes três personagens sumiram antes do incidente do cão vadio

 

Gameplay:

O jogo é formado por capítulos que vão mês a mês que se referem a acontecimentos passados e a cada nova descoberta surge a continuação da história nas páginas em branco do livro que o rapaz nos entregara no ônibus, no início do jogo. O objetivo de Jennifer, imposto após o encontro no dirigível, é o de conseguir um presente para cada membro do grupo dos “Aristocratas do Giz de Cera”, o que não é tarefa fácil, pois o jogo não é linear como os antigos Resident Evil e Silent Hill: o jogador terá que explorar e interagir de modos diferentes com as personagens e é normal perder-se várias vezes onde você se perde e acaba viajando no enredo então o game, te joga numa história, fantástica, onde Jeniffer tem que encontrar respostas sobre seu passado, e tentar se colocar no lugar assim tentando entender o que é real e o que é paranoia da sua infância perturbada

“Rule of Rose” tem como tema o terror psicológico, com um formato muito similar a “Silent Hill”, e um game play mais investigativo já que os puzzles são o foco do game play o leva e traz de itens como “Resident Evil”, mais relaxa aqui não tem zumbi não a situações é macabra e muita violenta – e não apenas física. O assunto aqui não é sobre ocultismo, mas a perversidade infantil.

twoimps
Os inimigos em game de terror são sempre o alvo aqui são os “imps”, criaturas muito magras que se parecem com bonecos de trapos e que surgem através das histórias que as aristocratas contam sobre o que acontecia a crianças desobedientes. Jeniffer é uma cuzona como já falei então na luta ela não presta, mais não se engane o game tem até chefe qual vocês terão que enfrentar
No game possuímos um inventario para carregar nossos itens, combina alguns deles, e o que achei legal é o visual dele que é como se fosse tudo feito de giz me lembra um pouco a hora do pesadelo, a jogabilidade é digamos ruim, o controle não corresponde como devia e Jeniffer é lenta, fraca, até podemos usar algumas armas como sarrafos e até mesmo um revolver mais é meio bosta então não adianta
Ai que entra o Brown onde podemos usar ele para achar itens, distrair inimigos mais tem que cuidar ele, pode sofrer danos onde enchemos o HP dele com comida, mais isso ficou muito fodaa e lembra muito hunting Ground com o lance de ter um cão guia durante o gameplay.

Parte Técnica:

Gráficos: Os Cg são bem bonitos, com qualidade mais já o game, como ele é de terror e quer preserva isso o clima de suspense, o visual dentro do jogo é apenas bom são satisfatórios, tendo como ponto principal as expressões faciais das personagens, principalmente de Jennifer, como eu disse eu gosto desse visual mais ambientes têm certo nível de detalhes, mas não chegam a ser excepcionais. Na verdade, o filtro de ruído e a escuridão, típico dos games de terror, ajudam a esconder um pouco da simplicidade.

E os cenários são bacanas não chegam a ser foda estilo residente evil 4 mais são legais o problema que o game tem vários loading isso não ajuda também o fato da ação ser interrompida para carregar cada sala e cômodo.
Audio: Tudo isto é acompanhado por uma banda sonora que transmite uma mistura de sensações de aflição e ansiedade, composta por instrumentos de corda, destacando-se a música de abertura “A Suicide Love” feito pelo The Hiroshi Murayama Trio. Já a dublagem é simples nada muito, chamativo assim como os gráficos.

Opnião Final:3435

Rule of Rose, tem suas particularidades como qualquer game tem, apesar de eu amar o game a verdade tem que ser dita, esse game são para amantes de história de terror, pois sua parte técnica é simples e os puzzles são irritantes, então se você não é do gênero vai desprezar o game, já aqueles que curtem história e entender a história vai percebe qual foda e lindo Rule of Rose é.

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Review – Uncharted 4

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Uncharted 4: A Thief’s End:

Uncharted 4: A Thief’s End é um game de ação-aventura produzido pela Naughty Dog. Originalmente seria lançado em 2015, mas foi adiado para 2016 e lançado dia 10 de Maio de 2016 pela Sony Computer Entertainment para PlayStation 4. Uncharted 4: A Thief’s End é o quarto e último capitulo da série Uncharted com o personagem Nathan Drake, assim como o último da série produzido pela Naughty Dog.

Gráficos:

De longe esse game é o mais lindo da série e provavelmente o jogo mais bonito lançado para o Playstation 4. Além disso, a quantidade de diferentes cenários apresentados ao decorrer do game é sensacional.

História (sem spoilers):

Não vamos entregar detalhes da história, mas a sinopse já era conhecida por quem não conseguiu deixar de ver os trailers. Anos depois do último capítulo e já aposentado da vida de caçador de recompensas, Drake recebe uma visita do irmão mais velho, Sam, antes tido como morto. Ele surge com uma última proposta de aventura ilegal: encontrar o tesouro pirata de um rei da embarcação, o inglês Henry Avery.

Jogabilidade:

Este game esta consideravelmente mais difícil que os antecessores, mas nada tão amedrontador. Os controles são basicamente os mesmos, mas com algumas novas mecânicas, como por exemplo: o gancho. O game também apresenta alguns elementos de furtividade também utilizados no tão aclamado “The Last of Us”.

Som:

A qualidade sonora do game é simplesmente esplêndida, a trilha sonora é espetacular e muito bem posicionada em cada momento da história. Os efeitos sonoros também não ficam pra trás, os efeitos das armas atirando, pessoas andando, nadando, é tudo muito bem feito.

Análise geral:

Uncharted 4: A Thief’s End é, sem dúvida, o melhor game da série. Como dito anteriormente, a quantidade de cenários, a qualidade da história e como ela é contada é simplesmente sensacional. Claro que nem tudo são maravilhas, um dos pontos “fracos” do game é a inteligência dos NPC’S (realidade virtual). Mesmo os inimigos possuindo uma certa dificuldades para serem eliminados e nos dando bastante dano com pouca quantidade de tiro, as vezes eles não te enxergam mesmo você estando muito perto deles. Obviamente isso não é nada que fará Uncharted 4 um jogo ruim e nem vai estragar sua experiência com o game. Mas erros são erros, e não devem ser escondidos.

Nota: 9

 

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