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Entrevista exclusiva e especial com os finalistas do CBLoL Entrevista exclusiva e especial com os finalistas do CBLoL

Entrevistas - League of Legends

Entrevista exclusiva e especial com os finalistas do CBLoL

Bruna Andrade

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Entrevista exclusiva e especial com os finalistas do CBLoL

Mais surpreendente do que a Pain Gaming chegar a grande final, foi essa campanha avassaladora da Team One.

O time novato do CBLoL, que subiu do circuito desafiante como INTZ Genesis foi comprado pela Organização antes do inicio do 2° split, já que por regra do campeonato é proibido equipes irmãs os donos da INTZ não poderiam ter dois times disputando um contra o outro.

Com a mudança de organização surgia um time desconhecido, mas com jogadores que eram grandes promessas para o cenário profissional, a lineup com seis jogadores se provou valente e habilidosa, e estarão em BH para disputar a grande final contra o time com a maior torcida do Brasil

Veja agora como está os ânimos dos jogadores em nossa entrevista:

 

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Bruna Andrade - Conhecida por ai como Nana ou Pandora Nana, cosplayer, geek, publicitaria, streamer e redatora da Gaming News. Louca por jogos e e-sports. Me segue lá nas redes sociais: Instagram: @pandora.nana Twitter: @pandoranana_

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CBLOL

Entrevista: Shini Fala Sobre a Derrota da INTZ para a CNB – Cblol 2018

Rapha

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Após derrota no último domingo (01/-7) para CNB, a equipe da INTZ se complica na tabela e empata na tabela com a Red Canids, que conseguiu sua primeira vitória no segundo split do Cblol contra a IDM.

O Gamingnews conseguiu uma entrevista com o caçador da equipe da INTZ, Shini. Confira abaixo entrevista completa.

GN: Shini com o Master Yi e Taric tão forte, porque não banir o campeão?

Shini: Eu acho que o Draft não foi o problema em si, do jeito que jogamos hoje poderíamos estar com qualquer campeão e eles também, que nós perderíamos do mesmo jeito. No jogo contra o Master Yi o jogo acabou com 6 minutos quando teve aquele luta no red, lutamos mal, estávamos separados, a Kai’as que era nosso hyper carry já estava sem flash, nesse momento perdemos o jogo o Master Yi já estava de Guinsoo com 11 minutos de jogo.

Então acho que não tem haver com o draft, jogamos mal, foi incompetência da nossa parte.

Gn: Como estão os treinos da INTZ?  O que você sente que está faltando?

Shini: O treino nunca foi um problema para nossa equipe, acho que também não é problema, eu não sei o que está acontecendo também. Acho que temos que trabalhar mais mesmo porque claramente não está sendo suficiente, então sei lá, é meio triste assim.

Treinamos uma semana inteira e achamos que está tudo bem, chega no fim de semana que é hora do “vamos ver” e jogamos mal assim. Isso não pode acontecer!

Gn: Essas derrotas no segundo split do Cblol 2018 estão abalando a INTZ?

Shini: A gente tenta ao máximo  na hora de entrar esquecer tudo que está acontecendo, focar só no nosso jogo, nos nossos champions, nos champions deles. Eu não acho que aja medo de arriscar, acho que talvez falte coerência do nosso time em fazer as coisas juntos, talvez falte uma voz para decidir “sim, faremos isso, não faremos isso”. Porque claramente na luta do red teve um conflito de idéias, alguns membros da equipe queriam lutar e outros não e se você for para uma play com dois querendo e dois não querendo lutar, não vai dar certo.

Então não acho que tenha haver com medo de arriscar, tem mais haver com a gente, o conjunto.

 

Pausa no Cblol 2018

O Cblol terá uma pausa de duas semanas, devido  Copa do Mundo e do Rift Rivals 2018, evento que ocorre no mundo inteiro e aqui no Brasil as equipes da Latin America North (lln), Latin America Sul (Las) e Cblol brigam para ver qual é a melhor liga da região.

Quer ficar por dentro do Cblol com entrevistas exclusivas?  Então siga a nossa fã page e acompanhe as novidades.

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Entrevistas - League of Legends

Um meta muito louco e como entrar no profissional

Bruna Andrade

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Um meta muito louco e como entrar no profissional

Que muita gente não vem contente com essa mudança de meta não está sendo segredo.

Mas como é se preparar profissionalmente para isso? Já que existem diversas formas e maneiras de counterar ou simplesmente jogar contra a composição inimiga.

Após a vitória do Flamengo em cima da atual campeã Kabum falamos um pouco com o Mit sobre isso, e eles nos contou, até onde podia claro, como que está sendo essa preparação para o time Rubro Negro

GN: Então Mit, você está perdendo muitas horas de sono com esse meta maluco?

Mit: Sim, eu e toda a equipe da comissão estamos perdendo muitas horas e trabalhando bastante, é difícil de muitas vezes a gente decidir o que a gente vai usar dentro desse novo meta, por isso, estamos tentando criar uma identidade nossa, uma identidade única, uma identidade um pouco mais para frente, um pouco mais agressiva, é isso que estamos buscando dentros dos jogos, além de se encontrar e se encaixar como um todo. Acredito que estamos conseguindo fazer isso, o Flamengo tem essa pegada de time que quer ter atitude, estamos trazendo isso para o meta também.

Além de falarmos sobre o meta batemos um papo também sobre a vida de coach, a pausa na carreira em 2017, e claro uma coisa que vocês pedem bastante, o que fazer para se profissionalizar e entrar na área.

O Coach do Fla, explicou a importância de tirar um tempo para melhorar os conhecimentos e deixou dicas ótimas para quem quer entrar no Ramo.

GN: Ano passado, em 2017, você deu uma afastada do cenário. Como essa pausa foi importante para sua carreira?

Mit: Fique bastante tempo revendo meu conceitos no geral sobre grupo, eu pesquisei um pouco, li bastante, fui atrás de palestras para poder aprender um pouco mais. E aprendi sobre o que é ser uma pessoa pública, principalmente por ter sempre que lidar com a torcida, de lidar o tempo todo com pessoas que mudam de opiniões constantemente, então aprendi a ser um pouco mais centrado em mim. E isso é algo que tento trazer para o grupo, tento ser mais assertivo quando preciso e um pouco mais leve quando tenho essa opção, é saber definir a hora, e isso é algo que sinto muita falta no cenário. Eu ainda me considero amador no que eu faço, porque tem gente que estuda anos para fazer a mesma função. Então estou me esforçando para trazer cada dia mais profissionalismo para mim, não em questão de currículo, mas sim em ações.

GN: Tem muita gente que tem vontade de trabalhar como coach, você tem alguma dica para quem quer começar?

Mit: A minha dica é, produza conteúdo. É mais fácil analisar o trabalho e o potencial para alguém ser coach ou analista quando ela produz seu próprio conteúdo.

O Flamengo mostrou nesse final de semana que as peças do time começaram a se encaixar mesmo após a revolta de muitos fãs dos jogadores que saíram do time. Agora é ficar de olho nos próximos jogos para ver se o time Rubro Negro nos convence.

Não esqueça de comentar o que achou da conversa com o Mit, e o que quer ver aqui no GN!

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Entrevistas - League of Legends

Entrevista com o BRTT – “Jogar com o Esa é perfeito”

Bruna Andrade

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Entrevista com o BRTT - "Jogar com o Esa é perfeito"

Após a vitoria contra o Flamengo, o atirador Felipe “Brtt” Gonçalves falou com o Gaming News, sobre esse meta que muitos diziam ser perigoso para o estilo de jogo dele, e sobre a experiencia ao lado do suporte Esa.

Confira agora a entrevista:

GN: Como está para você Brtt, esse meta para AD Carry? Muita gente continua sem entender nada dos picks que estão aparecendo.
BRTT: Cara, para mim está muito divertido, por mais que a gente não tenha mais tanta influência no jogo como antes, sabe aquele AD Carry que carrega a partida e etc. Eu estou me divertido bastante, estou jogando com campeões bem agressivos na lane que consigo pegar muitos abates, então está sendo legal por mais que não esteja jogando com o que treinei minha vida toda eu estou gostando dessa adaptação e de treinar com novos estilos, afinal a galera não espera que eu jogue com determinados champs, e dá para pegar a galera desprevenida.

GN: E como é feito a seleção dos campeões que podem ser usados no CBLoL?
BRTT: Isso acontece com a leitura do meta, assistimos muitos jogos das ligas ao redor do mundo e até mesmo em nossas solo queue conseguimos ver o que é bom, aí passamos para a comissão técnica e eles colocam no treino. Se a gente usou no treino e deu certo a gente traz para o CBLoL

GN: Você e o Esa já são um duo desde o circuito desafiante, e ele tinha como lane de ofício a mesma que a sua de AD Carry. Como é ter um suporte que era ADC e o quão essa experiência ajuda o vocês na bot lane?
BRTT: É muito bom, porque eu diria que ele tem noção do que eu preciso mais do que ninguém, porque ele já jogou nessa role. Nem sempre o suporte sabe quando a gente pode ficar sozinho, ou onde preciso de uma ward e se podemos ir para cima. Ele tem a noção exata do dano que posso causar, eu diria que é perfeito!

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