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Entrevista com Gustavo Barreto – Criador de Don Capollo, Tinco e Aero

Rapha

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Cobertura Diversão Offiline SP

A equipe do GamingNews conseguiu uma entrevista com o advogado, mágico, desenvolvedor de jogos de tabuleiro como Tinco e Donn Capollo e sócio da Funbox editora, Gustavo Barreto, paulista de 38 anos e que possuí uma memória incrível. Confira como foi essa entrevista realizada diretamente do estande da Game Vult na 1ª edição do Diversão Offline em São Paulo.

GN: Quando foi o seu primeiro contato com jogos?

GB: Dia 21 de junho de 1985, dia do meu aniversario de 6 anos. Eu havia acabado de acordar, e senti um embrulho embaixo do meu braço. Era um papel colorido. Era um presente!

Abri o embrulho animado, e vi que era uma caixa retangular, um jogo chamado “Einstein”. Na época eu não conhecia  Einstein. Era um jogo abstrato da Grow, que joguei por muitos anos.

GN : Como surgiu esse desejo de se tornar um jogardor?

GB: Eu tinha 10 anos de idade, lembro que não tinha todos os brinquedos que queria, mas tinha que gostava muito que era composto por imãs, esse brinquedo tinha uma base e formávamos umas esculturas nelas, além desse brinquedo eu tinha um que chamava rouba queijo tinha uma base com imã e parecia que o rato andava sozinho. Eu achava aquilo sensacional, foi quando resolvi criar algo parecido, então peguei uma caixa de pizza uma caneta bic, umas tampas de garrafa e um arame de pão pullman e desenhei uma pista de corrida na caixa de pizza e com arame fiz uma cobra. O objetivo do jogo era fazer a cobra percorrer o caminho por volta das tampas sem fazer sem ser capturada pelas tampinhas.

Então apresentei o jogo para meus primos e eles adoram e decidiram apresentar para os meus tios e todos eles começaram a jogar, achei isso incrível e foi o que marcou a minha vida. Ver meus familiares jogando meu jogo foi algo que me marcou muito. Hoje poder criar jogos, resgata essa alegria, essa alegria de levar entretenimento de qualidade para pessoas que nunca vou conhecer e isso é algo extraordinário par mim.

GN:  Qual jogo criado por você é o seu favorito?

GB: Antes de responder a sua pergunta, contarei uma história. Meu avô paterno era arquiteto e trabalhava com construção e revenda de imóveis, e inclusive a casa em que ele vivia foi projetada por ele e um dia perguntaram para ele “Qual parte da sua casa o senhor mais gosta?”. Ele respondeu “a escada”, achei que fosse uma brincadeira e não conseguia entender o que ele quis dizer. Então ele me explicou.

“A escada é simétrica, possuí um bom corrimão, altura e largura perfeita. Um projeto difícil de ser executado e me orgulho muito dele, pois aqui nenhum filho meu se machucou”. Por isso considerava a escada o local da sua casa que ele mais gostava.

O meu jogo predileto e o melhor é um jogo que criei em 2011 e o primeiro a ser publicado, o Aero.  Aero, é um jogo abstrato e têm pouquíssimas regras, eu o explico para qualquer criança em 2 minutos, mas você levará sua vida inteira para dominá-lo.

O Aero Não é o meu jogo mais vendido e nem o mais procurado, mas o Aero é minha “escada”.

Aero - board game - Gustavo barreto - gamingnews

Aero (2011)

GN:  Qual jogo marcou a sua vida?

GB: Vários jogos marcaram por motivos diferentes, o xadrez marcou muito, cheguei a jogar pela faculdade, o Einstein e Abstrato da Grown também marcaram demais, o Aero por ter sido o meu primeiro publicado, o Donn Capollo  que foi meu primeiro na Devir, o primeiro nacional publicado em 28 anos de empresa e abriu a porta para muitas coisas. O Tinco que foi o primeiro jogo aprovado por uma editora internacional. Tem muitos jogos que marcaram não só pela beleza da criação e sim por me inspirarem e emocionaram demais.

Gosto muito de jogos que criaram mecânicas, como, Dominion, Gamão, que inclusive é o meu preferido no momento e o que mais tenho jogado, para mim é uma metáfora da vida. Também acho  Agrícola, Porto Rico e Terra Mística incríveis.

Alguns em especiais são esses, mas eu gosto sempre de me surpreender com novas culturas, novas mecânicas. Para mim a beleza dos boardgames é essa.

Einstein da Grow (1980)

GN: Como é a sua rotina de jogador? Joga toda semana? Todo dia?

GB: Eu jogo todas as vezes que eu consigo (risos)

GN: Fora jogar, tem alguma outra coisa que gosta de fazer?

GB: Eu sou advogado e amo o que faço, trabalhei com mágica profissionalmente por 13 anos, representei o Brasil no mundial de Portugal, e escrevi um livro de mágicas chamado “Pegue uma Carta”, dei esse nome porque foi a primeira fase que ouvi de um mágico que me apresentou um mundo novo e de certa forma, tudo isso é um jogo, tanto que no espanhol chama-se “juego de magica”.

Assim como a mágica é um jogo, ser advogado de certa forma tem muitos elementos de um jogo. Temos estratégia, perdedor, vencedor, regras que não podem ser infligidas é uma estrutura muito semelhante com um jogo do que qualquer outra profissão.

De certa forma  um bom advogado é um bom jogador, eu tenho essa premissa.

Pegue uma Carta (2004)

GN: Como você enxerga o cenário de antes, o cenário de hoje, e que espera do cenário de boardgame no futuro no Brasil?

GB: Em 2011 as editoras e lojas da época se juntaram para fazer a primeira BGCON do Brasil, esse evento foi dentro da RPGCON, evento de RPG.  Nós fizemos brindes para esse evento, chamamos autores com protótipos e foi nesse evento que lancei os meus jogos Aero e Tinco e o jogo que depois virou Dark City, que vai ser publicado pela Devir.

Tinco (Devir)

Esse evento foi bem pequeno, tínhamos 2 salas, pouca estrutura , sem microfone e com poucos pessoas, mas foi ali que assumimos um compromisso com os presentes e com todo o público, assumimos o compromisso de revolucionar o mercado de boardgames brasileiro.

Nós ainda estamos comprometidos com esse compromisso e o evento de hoje é o espelho do evento de 2011. Em 2011 foram lançados mais jogos que nos últimos 30 anos no Brasil e os números estão crescendo após isso, cada vez mais temos mais desenvolvedores, editoras e jogadores no mundo.  Em pouco tempo o Brasil será um pólo de fonte de jogos de qualidade a nível internacional, hoje não é o que vai ser ainda. O mercado de boardgames cresceu mais de 30% no mundo, estamos em um país que vende um War a cada 7 minutos e os jogadores que conhecem não considera ele o melhor dos jogos.

A gente tem feito hoje um trabalho de criação e divulgação para apresentar para o público e trazer a nova geração para o hobby, o boardgame ele une gerações, através dos boardgames você reúne os avós com os netos, os pais e mães com os filhos e poucos hobbys no mundo possuem essa característica e proporcionam entretenimento com tanta qualidade, o pessoal passa a noite inteira se divertindo e dando risada e isso será cada vez mais buscado, será cada vez mais sustentável, tem um retorno legal para os desenvolvedores e a galera ta cada vez mais profissional. E o brasileiro é um povo positivo, pra cima, que enfrenta qualquer crise e dificuldade com criatividade e isso é reconhecido no mundo inteiro e nossos jogos reproduzem isso, os nossos jogos são alegres e felizes e felicidade e alegria combinam muito com boardgame. Hoje temos o American Game, Euro Game e em pouco tempo a gente quer criar o Brazilian Game, para o pessoal chegar e olhar “esse jogo não é americano, não é europeu ele não se encaixa nessa classificação”. Quando você vê um jogo japonês aquela coisa minimalista com pouco componente legal pra caramba, você sabe que é um jogo japonês, quando você vê um jogo africano, aquele jogo ancestral e belíssimo jogado a 7 mil anos atrás com sementes em cima da terra, você sabe que é um jogo africano.

O que nós queremos criar é uma nova escola, uma escola de jogos brasileiros que não se encaixa nessa estrutura, não vai se encaixar nessa definição, ele é divertido demais para você chamar de euro game e american game! A nossa busca é essa, de criar uma nova categoria de jogos para as pessoas falarem “só um jogo brasileiro para trazer essa alegria na mesa”.

GN: O que você espera do Gustavo daqui 20 anos?

GB: Eu espero um cara tão feliz como eu sou hoje.

GN: Como você enxerga a importância desses eventos para o cenário de boardgame?

GB: O hobby só cresce por conta dos eventos, são através dos eventos que nós conseguimos trazer um novo público, novas pessoas, apresentar novos jogos e autores, promover as coisa. O boardgame precisa disso, aqui as pessoas podem testar jogos, tirar dúvidas de regras e mecânicas com os instrutores. Temos editoras, divulgadores e depois esse trabalho é mantido através das redes sociais e grupos, mas o primeiro contato de muita gente é no evento e nesse contato a pessoa se identifica com o público, temática agradável e positiva, já que o boardgame é de fato acolhedor. Podemos ter um evento de boardgame dentro de qualquer outro evento  “basta ter pessoas”, a idéia em pouco tempo todo evento ter uma área de boardgame, para as pessoas interagirem e até mesmo descansarem um pouco.

GN: Como os jogos ajudam as pessoas?

GB: São diversas competências a serem melhoradas, a Devir em todos os jogos infantis faz um laudo com uma Neuropsicopedagoga, que fala quais as áreas do cérebro ela desenvolve, o quanto aquela pessoa será melhor e vai enfrentar os desafios da vida.

Grandes estrategistas, empresários e etc começaram o planejamento estratégico com o xadrez e depois passaram isso para todas as áreas do empreendedorismo. Realmente os jogos fazem as pessoas melhores e essas pessoas melhores fazem um mundo melhor!

Gostou da nossa entrevista? Então fique por dentro das nossas redes sociais e confira o que GN está preparando para você!

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Apaixonado por Games, Animes, Livros ( Fantasia e ficção), chocolate e claro um bom e velho RPG de Mesa ( principalmente Tormenta). Esse sou seu.

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Os 5 games mais marcantes da história

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Top 5 Jogos Clássicos

Os games estão por toda parte. Seja nos celulares, computadores, emuladores ou, até mesmo, em empresas, eles conquistaram seu espaço como uma das formas de entretenimento mais populares e divertidas.

 

Basta abrir um site de aplicativos ou buscar uma loja de games para se deparar com jogos de ação, aventura, fantasia, horror, corrida, esportes e qualquer outro gênero que te entretenha. Indo mais a fundo, não é difícil encontrar jogos corporativos, empresariais e advergames.

 

Diante dessa popularidade, desenvolver jogos se tornou um grande desafio das produtoras de games que almejam um lugar de destaque dentro do mercado. Afinal de contas, a expectativa de todo desenvolvedor de games é ver que seu jogo chegou até o público.

 

Mas, afinal de contas, qual a origem dos games como conhecemos? Como surgiram os games que marcaram nossa infância e ainda fazem a diversão de milhões de pessoas até hoje? Conheçaos5 games maismarcantes da história:

 

The Sims

 The Sims é uma série de games de simulação de vida real. Criado pelo designer de jogos Will Wright e produzido pela Maxis, o primeiro jogo da série foi lançado em 2000 e alcançou sucesso entre usuários de diversas plataformas, sendo extremamente popular até hoje.

 

Sonic the Hedgehog

 

Produzida pela Sega, a franquia de games do ouriço azul mais famoso do mundo é um sucesso até hoje. SonictheHedgehog é uma série de jogos de plataforma focados em velocidade que já vendeu mais de 80 milhões de cópias físicas. Além disso, a popularidade do personagem Sonic rendeu adaptações em desenho animado, anime e histórias em quadrinhos.

 

 Tetris

 Pac Man  Top 5 Jogos Clássicos gamingnews

Lançado em 1985, o Tetris é um clássico no universo dos games. O jogo já passou por diversas modificações e otimizações, sem nunca perder sua essência.

 

 Pac-Man

 Criado pelo Desenvolvedor de GamesTōruIwatani para a empresa Namco, o Pac-Man foi lançado para Arcade em 1980. Não demorou muito para que o game fizesse sucesso e se tornasse um dos mais marcantes da história.

 

Super Mario Bros

 

Outro clássico de 1985, o jogo Super Mario Bros foi um dos primeiros games de plataforma com rolagem lateral. O jogo é um dos mais vendidos de toda a história dos videogames, contando com mais de 40 milhões de cópias

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GunGirl2: um jogo de zumbis para baixar gratuitamente!

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jogo de zumbis com personagem feminina

GunGirl2 é um jogo de zumbis de plataforma de ação de freeware em 2D, no estilo de jogos como Metroid, Castlevania ou Cave Story, mas com sangue … muito sangue. Claro que antes houve o GunGirl1, mas eu não vou falar dele. Não gostei muito.

O jogo começa com uma infestação de zumbis que se espalha rapidamente no decorrer de uma noite, enquanto GunGirl e GunDude dormem. A humanidade parece estar perdida e cabe a você resolver tudo! Vá em uma aventura épica e explore um mundo enorme com a garota loira (que parece estar sem pernas) conhecida apenas como GunGirl ou com seu melhor amigo, o GunDude (a.k.a. Marvin).

Em sua busca você precisará encontrar mais armas, power-ups e itens especiais que lhe darão acesso a novas áreas do jogo. Além disso, é imprescindível falar com os sobreviventes para descobrir segredos escondidos e enfrentar não apenas milhares de zumbis, mas outros tipos de monstros.

Confira o trailer:

Armas diferentes

GG2 é um jogo de zumbis que oferece seis armas principais: pistola, espingarda, Icicle Gun (rifle automático que atira parafusos de gelo congeladas), Lançador Fireball (lança bolas de fogo), Serra Canhão e uma arma que só é conhecida em outra dimensão.

Cada arma oferece uma sensação única, munições diferentes, um modo alternativo de tiro e uma variedade de originais power-ups. Toda vez que se mata um zumbi uma letra G cai para você acumular e aumentar o nível das armas. Entretanto, cada vez que um inimigo morder a GunGirl ou o GunDude um pouco de G-Power é perdido.

Explorar novos mundos

O jogo começa em um pequeno prédio do qual você precisa escapar. Quanto mais você explora, mais o mundo se revela. Os itens e G-Power proporcionarão as habilidades necessárias para alcançar novos lugares, como estações de metrô abandonados, lugares distantes ou portais para uma dimensão paralela!

Sistema de Power-Ups

Outra característica é o sistema de Power-Ups. Sempre que você obter especiais Power-Orbs no jogo, poderá usá-los em sua tela de status para atualizar aspects, armas ou itens do personagem. Você decide se uma arma precisa de mais poder, mais rapidez do fogo ou mais proteção, entre outras melhorias.

Trilha sonora

Composta por Josh Whelchel, que fez a trilha sonora de outros jogos indie como Bonesaw. As músicas dos jogos estão disponíveis no site do jogo.

Inimigos

A maioria dos inimigos em GunGirl 2 são zumbis que só querem miolos. Aqui está um breve resumo de alguns inimigos que você vai encontrar no jogo.

Green Walker: os primeiros inimigos do jogo. São zumbis clássicos, mas surgem em grande número.

Red Walker: o segundo tipo de zumbis. Para acabar com eles, só a Icicle. Atirar duas vezes só consegue tirá-los de ação por um tempinho.

Fatso w / Chainsaw: um gordinho com uma motosserra! Esse cara gera muito dano. Tem que pegá-lo de costas e evitar a motosserra.

Zombie Lady: versão zumbi de GunGirl. Ela tem um rifle de confiança, não se move, mas o seu objetivo é muito preciso. Para matá-la, fique longe e tente fugir das balas.

Shooter: esse cara é armado, perigoso e chato. Tente matá-lo antes que ele atire para baixo.

Eye Blob Demon: esse demônio feio retornou do jogo GunGirl 1. Ele é invisível até ficar perto, quando começa a caçá-lo implacavelmente até que você atire em seu globo ocular…algumas vezes.

Skeleton: ele vai assombrar o jogador depois que ele for para a dimensão infernal. Ele grita de dor e joga seus ossos no personagem. Fique longe quando você matá-lo, porque ele vai explodir em um grande raio, inundando o ar com ossos que podem te acertar.

Mr.Snake: um monstro cravado que sobe do solo ou da água. Ele cospe bolas verdes de ácido em várias direções. Evite os ataques, continue a atirar e fuja dos pedaços que vão sobrar quando ele explodir.

Butcher: o maior e pior dos zumbis regulares. Esse cara gordo vem de sepulturas e está armado com cutelos gigantes. Quando você chega perto, ele te ferirá com ele. E quando você foge, ele vai jogar essa coisa em sua volta. Este bastardo difícil não é fácil de derrubar – ser cauteloso.

 

Há mais inimigos no jogo, mas tem que jogar para conhecê-los.  Aproveite para conhecer, já que o download é gratuito.

 

 

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Nike Football Estudio – Game, Football e Música em Um Só Lugar

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A Nike, maior empresa e marca esportiva do mundo, inaugurou em São Paulo o Nike Football Studio, espaço gratuito aberto ao publico com a proposta de proporcionar uma experiência diferente para os amantes e não amantes do Football.

Atrações

Além de um telão com transmissões ao vivo dos jogos da copa, o Nike FTBL Studio conta com uma mini quadra de grama sintética com dois gols, onde podemos entrar e mostrar nossas habilidades com a bola, mas isso não é tudo, o evento conta também com um DJ, foodtruck, consoles e muito mais.

PES e FIFA no Nike FTBL Studios

O espaço conta com dois consoles PS4 em uma área Free-to-play para todo o público. No último sábado 30/07 aconteceu um campeonato de Pro Evolution Soccer que contou com a presença do atual campeão mundial de PES, o Brasileiro Guilherme Fonseca, o “GuiFera”.

O campeão levou para casa uma camiseta personalizada exclusiva.

Loja Nike FTBL Studio

A loja oferece produtos a partir de R$ 60,00 além da possibilidade de customização na hora (serviço com valores adicionais) pelos artistas da Nike. Caso opte em levar uma chuteira para casa, como a do Neymar por exemplo, o serviço de customização sai gratuito.

Local Nike Football Studio

O evento conta com uma facil localização, está localizado no Largo da Batata, colado na estação Faria Lima da Linha 4 Amarela do Metrô.

Dados do Evento

Endereço: Rua Fernão Dias, 624 (em frente ao Largo da Batata)

Dias de Funcionamento: Somente aos sábados (16/06 a 14/07)

Horário de Funcionamento: 12h às 22h

Mais informações: Nike.com.br

Fotos do evento

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