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ANÁLISE [RODADA #2] BRAZIL GAMING LEAGUE

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Eae galera? De boas?

Como vocés já devem saber, ontém foi dia de Brazil Gaming League de LoL e temos algumas considerações sobre os jogos.

Para começo de conversa,vamos nos lembrar da line-up das duas equipes do primeiro jogo.

 

CNB e-sports team:

Top: Element

Mid: Elektro

Jungle: Shini

AD Carry: ManaJJ

Suporte: Alocs

 

Team 58ers:

Top: Skybart

Mid: Flash (Shadow)

Jungle: ReSEt

AD Carry: Rafes

Suporte: MiT

 

Os jogos dessa fase da BGL são em formato melhor de dois, onde o vencedor destes dois jogos ganha três pontos e o empate soma um ponto para ambas as equipes.

A equipe da CNB estreava na liga com nova formação. Desde a saída do Leko (Pain) e do Takeshi e Revolta (Key-D Stars), a equipe  tem sido alvo de questionamentos e de críticas, e chegava para a BGL para mostrar que ainda tem seu lugar como uma das maiores equipes de League of Legends do Brasil;

Não se esperava grandes feitos da equipe já que estava com novos jogadores com pouco entrosamento entre si, a não ser pela bot lane de Mana e Alocs, a bot lane mais antiga do país.

No outro lado tinha a Team 58ers que também fazia sua estreia na BGL e tinha grandes promessas com suas duas contratações recentes de Coreanos, Shadow e ReSEt, respectivamente Mid e Jungle.


No primeiro jogo houve grande domínio por conta do Zed de Shadow, da 58ers. O rapaz realmente mostrou o porquê de ter ficado tão conhecido com tal champion.

Já na bot lane houve certa vantagem de Mana e de Alocs, o que já era de se esperar,  créditos a bad call de MiT (Leona) que se aproximou demais da torre do exterior e ao Alocs que com seu Alistar o jogou para baixo da torre, assim ocorrendo o First Blood.

Na Top Lane o jogo estava bem equilibrado, apenas com aquelas trocas francas de dano entre os Top Laners.

Apesar da 58ers estar descoordenada nas Team Fights e a CNB ter roubado um barão, fato que já não acontecia há muito tempo, a 58ers conseguiu ganhar o jogo, créditos ao Shadow que conseguiu encaixar muito bem seu Zed na partida.

Vitória da 58ers por 44 x 28.

Curioso que nessa partida ele fez Anjo Guardião e o perdeu numa das lutas. Ele resolveu, então, vendê-lo e comprar um Véu da Banshee por conta da passiva do Anjo estar em cool down.


Já no segundo jogo, mesmo com o double kill de Alocs com sua Nami, a situação não estava fácil para a CNB. Era aparente a falta de comunicação entre eles, fato que se observa quando há um teleporte por parte do Top laner da 58ers (Maokai) ao bot.-

Quando o Top laner da CNB (Dr. Mundo) percebe que Skybart está na bot lane, ele se teleporta junto. Entretanto há um desengage por parte do Alocs e de Mana, resultando na desnecessidade de seu companheiro de equipe, Dr. Mundo, ir para a bot lane, cancelando assim seu Teleporte. Neste momento que a 58ers percebe que o Dr. Mundo continuou na Top Lane, eles fazem a rotação para o dragão, sabendo que seus rivais não teriam como contestá-los em um embate 5×4.

Destaque para Shadow, que com seu Zed definiu boa parte do rumo da partida, para Skybart que com seu Maokai segurou muito dano em Team Fights, para Rafes que encaixou bem seu Lucian no jogo e para ReSEt que mostrou ser um ótimo jungler, diferente do primeiro jogo, o qual não havia feito lances tão bons.

Vitória da 58ers por 26 x 10, com Team fights bem mais coordenadas que do jogo anterior.


Agora vamos para as line-ups das equipes do segundo jogo.

 

Legends BR:

Top: Kaov

Mid: Yoda

Jungle: Tecnosh

AD Carry: Dream

Suporte: Anjinho

 

INTZ

Top: Yang

Mid: tockers

Jungle: Djoko

AD Carry: MicaO

Suporte: Jockster


No primeiro jogo a Legends BR estava numa situação crítica. Na Brazil Gaming League, todos os times se enfrentam uma vez, totalizando cinco confrontos. A Legends BR já vinha de duas derrotas, uma contra a Pain Gaming outra contra a Key-D Stars. Ontem ela contabilizou sua terceira derrota na BGL, deixando quase que impossível sua classificação para a final da X5 Mega Arena.

O Primeiro ponto que temos que examinar é o First Blood. Cara… esse Tockers tem que ir pro CrossFire, porque o tiro que ele acertou na Ahri durante a invasão, Meu Deus… foi sniper demais!

Yoda (Ahri) estava jogando bem, porém levou um gank meio estranho da Elise de Djoko.

Ele gankou e lançou o “casulo”, que errou feio. Mas no desespero do momento, Yoda usou flash em cima do casulo!

…e morreu…

Vitória da INTZ por 30 x 17.


No segundo jogo, a INTZ estava bem tranquila, e como já se era de se esperar, a Legends BR estava tensa. Se ela não empatasse e contabilizasse pelo menos um ponto, era quase certeza de que não teria mais X5 Mega Arena para ela.

É galera, não teve jeito. O WOMBO COMBO de Gragas (Yang) e Yasuo (Tockers) estava invencível. Depois que Yasuo fechou Faca de Statik e Gume do Infinito, não tinha mais como segurar Tockers.

Uma coisa que reparamos no time da Legends BR é que, apesar de serem um time centrado em objetivos e com boas Team Fights, eles pecam no sentido de morrer muito. Destaque nisso para Tecnosh que morreu nove vezes com seu Kha’Zix, e em League of Legends, sabemos que o principal objetivo é não morrer.

Vitória na INTZ por 34 x 9.

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Ori and The Will Of The Wisps É Anunciado pela XBOX – E3 2018

Rapha

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Um dos jogos que muitos gamers apostaram para a conferência do Xbox na E3 de 2018 era a continuação de Ori and The Blind Forest. Durante a conferência da empresa na E3 de 2017, foi anunciado a continuação, o game Ori And The Will Of The Wisps.

Ori And The Will of The Wisps foi o primeiro jogo a ser anunciado pela empresa durante a conferência.

Gameplay Trailer Novo Ori

 

Conferência Xbox E3 2018 – Tempo Real

Informações

Data de lançamento: 2019

Gênero: Ação/Plataforma

Desenvolvedora: Moon Studios

Distribuidora: Microsoft

Plataformas: Xone/Windows 10

 

 

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Vídeo game e a nostalgia

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vídeo game e a nostalgia

Não quero cair no lugar-comum do “antigamente os video-games eram melhores”, “no meu tempo era divertido”. Ficar presa ao passado e a forma como conheci os jogos não vai me fazer evoluir e nem conhecer histórias e maneiras diferentes de jogar.

Eu prefiro jogos de plataforma em 2D e não me dou bem com 3D. Não jogo mobas, não conheço nada sobre League of Legends ou eSports. As vezes jogo umas partidas de Mario Kart ou Splatoon 2 no Nintendo Swtich online e isso é o mais próximo que tenho disponível para me divertir com outras pessoas (conhecidas ou não).

Acontece que, às vezes, a nostalgia não me faz conhecer coisas novas e fico imaginando que não vou aprender nada útil. Também enfrento dificuldades para me adequar as novas dinâmicas e aos novos recursos. Minha cabeça não aceita muito bem a visão em 3D e fico com o estômago embrulhado quando a câmera muda em alguns momento.

Além disso, fico incomodada com algumas mecânicas e a jogabilidade. Não me dou muito bem quando tenho que usar muitos botões.

Ah e como os botões me irritam! Cada console tem seu esquema e fico perdida com a posição do X: cada controle tem o seu esquema de botões.

Os jogos novos usam muitos comandos e eu não sei muito bem o que fazer, a não ser que seja um joguinho de luta.

O hábito de valorizar o que é familiar

Hoje temos novas versões de consoles antigos, como o Atari, o Nintendinho, o SNES e o Neo Geo Pocket. Também há a opção de ter todos estes consoles em um Raspberry Pi no formato que você desejar!

Sim, a nostalgia vende sobre a vontade de reviver um pouquinho daquelas tardes em frente a televisão de tubo, bebendo suco e comendo salgadinhos.

Contudo, será que realmente precisamos nos manter presos ao passado? Por que é tão difícil apreciar e valorizar o que é novo?

Ao demonstrar um comportamento fechado e retrógrado nos comportamos como a geração anterior a nossa (e não importa qual geração e sua “localização” no tempo). Manteremos os valores que recebemos, as opiniões quadradas que ouvimos, o machismo e mania de “sabermos tudo por causa da idade”. Jamais saberemos tudo e nem no momento da morte estaremos completos.

Por isso, vamos parar com o velho discurso que “jogar tal jogo da moda é coisa de criança ou de menina”.

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Arena The Contest Arrecada 5 Vezes mais que o Valor da Meta no Primeiro dia de Kickstarter

Rapha

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Arena: The Contest é um jogo de tabuleiro criado pela empresa Brasileira Dragori Games, jogo será lançado mundialmente.

Confira: Arena: The Contest teaser trailer do jogo de tabuleiro baseado em Lol e Wow

Meta Kick Starter

A meta para lançamento do jogo era de U$ 50.000,00, ontem por volta das 15:00 h, o boardgame teve seu financiamento coletivo iniciado no Kickstarter, uma das plataformas de crowdfunding mais famosas do mundo.

Até o presente momento o jogo havia arrecado o valor de U$ 321.000,00, quase 7 vezes mais o valor da meta estipulado pela Dragori Games.

Até as 18 h do dia 27-03, uma miniatura exclusiva para apoiadores, após esse horário a miniatura custará U$ 7,00

Encerramento de Financiamento

O Jogo terá seu financiamento encerrado no final de Abril, então garanta o seu acessando a página do jogo no Kickstarter clicando aqui.

Eu já garanti o meu, então aproveite e garanta o seu também.

 

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